segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Tecnologias...

Ainda dou em doido...

Recentemente, o meu estimado e também idoso telemóvel acabou por avariar. Depois de ter perdido todos os contactos da lista telefónicas e alguns outros dados importantes (como datas de aniversário), vi-me obrigado a comprar outro telemóvel.

Já que tinha que ser, resolvi comprar uma coisa tecnologicamente mais avançada, facto pelo qual tenho tido sérios problemas e questiono seriamente em internar-me numa clínica de reabilitação.

Isto tudo porque o telemóvel tem funções que se calhar são demasiado avançadas para mim. Comecei por nem sequer ler o manual de instruções, porque ainda não tive tempo e quanto tenho 1 minuto, vou experimentando as coisas, correndo o risco de fazer asneira da grossa, mas pronto...

Foi numa destas experiências que descobri que aquilo tem um sistema de activação de comandos por voz, em que eu digo o que quero fazer e o raio da máquina obedece. Pelo menos penso que isso será o que acontece com as pessoas que conseguem funcionar com aquilo, porque eu não sou dessas pessoas.

Passo a explicar uma das situações ridículas em que me vi envolvido à uns dias. Eu activei a função de comando por voz, para a qual basta premir um botão no auricular e o telefone disse com uma voz feminina e sensual: "Diga um comando." Ao que eu fiquei a pensar, "Mas qual comando? Hã? O que é que eu digo?" quando eu ia dizer que queria telefonar o telefone responde: "Repita o comando" ao que eu gritei: "MAS EU NÃO DISSE NENHUM COMANDO!" e o telefone respondeu: "Não entendi"... Raios... tentativa frustrada...

Depois de muitas tentativas, percebi que tinha que dizer um dos comandos que aparecem no ecrã, e foi então que tentei novamente:

TLM - Diga um comando

Romeu - Chamar nome

TLM - Repita um comando

Romeu - c-h-a-m-a-r-n-o-m-e!

TLM - Não entendi, diga um comando

Romeu - CHAMARRRRR NOOOMMMEEEE!

TLM - Diga o nome

Ah ah, no final acabei por conseguir que a maquineta entendesse o que eu pedi, mas surgiu-me outro problema... Não sabia nem para quem ligar, nem qual o nome que devia dizer... Foi então que começou outra luta entre máquina e ser humano, na tentativa frustrada de conseguir que o telefone me entendesse, enquanto eu berrava, gritava e esganiçáva nomes e ouvia repetidamente a frase: "Não entendi"

A tecnologia tem destas coisas...

Abraços e beijos a quem de direito...





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sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Rébeilhão!

Ah!!!! Finalmente a diversão, a loucura, o sensacionalismo do reveillon, ou como eu tenho ouvido, o rébeilhão.
A noite da loucura, dos foguetes, do champanhe, das passas, das cuecas azuis, dos saltos da cadeira, das pernas partidas a saltar das cadeiras, dos tiros para o ar e das festas loucas pela noite dentro. Mais ou menos como o carnaval, mas sem os disfarces... pelo menos em alguns lados...
Há muitas coisas que eu nunca cheguei a perceber nesta festarola... Para que é que servem as 12 passas? Se eu nem gosto de passas, começo logo o ano mal, a tentar engolir 12 calhaus cheios de graínhas. É mais ou menos o mesmo que tentar comer um elefante de uma só vez e só para começar bem o ano. Para resolver esta situação eu fiz aquilo que se pode chamar de interpretação livre. Troquei 12 passas e um copo de champanhe por 12 copos de champanhe e uma sultana (o mesmo que uma passa, mas em tamanho S).
Depois na minha terra há um costume recentemente instaurado que são os tiros de festejo. Ora, como a malta não deve ter dinheiro para foguetes, arranjam-se uns tiros para o ar que fazem com que muitas vezes tenhamos chuva nos telhados que não é de água mas sim de chumbos... enfim, diversão à brava. Não encontrei nada para substituir isto, tirando gases, mas acho que é capaz de ser chato desatar a bufar ruidosamente para festejar um novo ano.
Subir para uma cadeira e saltar dela abaixo com o pé direito? Parece-me arriscado e nos anos que se têm passado, tenho visto pessoal quase a partir pernas e braços à conta deste processo arriscado...
Enfim, há várias coisas estranhas na passagem de ano, acabando sempre em grandes festas de xicabum e pastilha até às tantas, capazes de deixar qualquer aventureiro a ouvir batuques pelo menos durante 3 semanas...
Bom, para já deixo aqui algumas das dúvidas que me assaltam sobre a passagem de ano.
Abraços e beijos a quem de direito.


PS: Já alguém reparou que apesar do ano passar tudo continua na mesma? Para que raio é que se festeja a passagem do ano?

sábado, 23 de dezembro de 2006

Os embrulhos

Embrulhar prendas! Ah! Esse belo desporto de Inverno...

Acho mesmo que devia ser incluído como modalidade olímpica nos jogos de Inverno!

Eu até gosto de fazer embrulhos, papel para um lado, tesoura para o outro, fita cola em tudo o que é canto. Enfim, um mar de adereços e objectos necessários para proceder a esta árdua tarefa.

Só não gosto mais de fazer embrulhos porque quando acabo fico com a terrível sensação de que algo não correu muito bem... ok, algo correu um bocadito mal... pronto, algo correu mal... definitivamente, fico com a sensação que o embrulho parece uma peúga mal enjorcada e embrulhada jogada ao chão...

Sério... chego ao fim e todos os meus embrulhos parecem-se quase com rebuçados... amarfanhados nas pontas e muito esticados no meio... qual Dr. Bayard...

E depois do embrulho estar ajeitado ou pelo menos o suficientemente amarfanhado para que não se perceba o que vai dentro dele, surge a ainda mais árdua tarefa de escolher e fazer o laçarote... Ora, se o meu jeito para fazer embrulhos é comparável ao de um elefante para fazer balet, escolher laços não fica atrás... combinar cores, não exagerar no tamanho, escolher o sítio certo, colar, ajeitar... xissa... fico de rastos logo no primeiro embrulho... e depois chego ao fim e quando olho para a minha obra não deixo de pensar num ninho que um pássaro desajeitado fez à pressa só para desenrascar...

Enfim... Ao menos que me perdoem as pessoas que recebem as minhas prendas...

Abraços e beijos a quem de direito...





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sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Muito bem! Vai buscuar!

Foi com enorme emoção que pude ouvir ontem mais um dos debates mensais na Assembleia da Republica, entre o suposto governo do país e os supostos deputados que são os vossos representantes. Vossos, porque eu não me deixo representar por eles.

Mas a minha alegria não vem do debate em si, mas sim de um pequeno detalhe de que me apercebi na emissão através da TSF.

Sempre o o elemento que discursava terminava um parágrafo ou lançava uma ideia pseudo-importante, os colegas de bancada que estavam por perto diziam (e alguns gritavam): "Muito bem", "M'to bém". Ora isto, não mais do que um "Vai buscuar!" camuflado. Ninguém me tira da cabeça que os grunhos haviam de querer dizer "Todo lá dentro", "Toma lá que é grosso!", "Aguenta-te com esta!" ou mesmo "Já foste!", mas o local e a ocasião deixou-os reprimidos...

Enfim... de qualquer forma, além do caricato da situação, aquilo irrita. Aquilo dá a sensação de que os rapazes que gritam estes slogans de apoio estão lá contratados e pagos a peso de ouro apenas e só para isto. Bem, agora que penso nisso, isto explica muita coisa...

Bom, mas eu a esses senhores quero dizer: "Pó'carvalho".

Abraços, beijos e um grande "Bai buscuar" a quem de direito...




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quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Luzes e mais luzes e mais luzes!

Chegou o Natal! Finalmente! Já tinha saudades deste espírito que envolve o Natal e que por acaso agora não me estou a lembrar qual é, e tinha sobretudo saudades das luzes que enfeitam casas e outras coisas para nos lembrar, mais ou menos como quem nos grita ao ouvido, que o Natal está aí.
Fico maravilhado com a quantidade exponencial de luzes, adereços, pais natais, renas, lantejoulas que subitamente regressam à vida e cobrem tudo à volta das casas e dentro delas...
Árvores completamente derreadas com o peso de centenas de luzes que piscam de forma psicadélica, capazes de tirar o sono a pássaros e a todo o ser vivo que tentasse pernoitar ao abrigo dessa árvore...
Escadas e vielas que piscam milimetricamente como se de súbito tivessem sido invadidas pelo espírito de 30 mil discotecas dos anos 80. Chaminés possuídas com um pai natal decrépito e mirrado, cheio de luzes que lhe entram e saem pelo rabo, deixando-o de tal modo sodomizado que dá a impressão de que ele não está a tentar entrar pela chaminé, mas que ficou electrocutado por uma mangueira de luzes piscadeiras colocadas em forma de armadilha por um sádico qualquer...
Enfim, tudo coisas que derretem o imaginário das crianças e de alguns adultos. Ainda ontem vi uma cena deprimente. Um pai falava para outro: “Então já sabes quem se vai mascarar de pai natal este ano?” ao que o outro responde: “Ninguém, o meu filho deixou de acreditar no pai natal no ano passado.”. “Então porquê? Não me digas que puxou a barba e viu que era o teu pai disfarçado de pai natal!” disse o primeiro, ao que o outro respondeu: “Não, só que ele começou a achar estranho os 36 pais natais pendurados nas janelas do prédio em frente e em todas as chaminés das casas que via em caminho de casa para a escola, e então percebeu que era uma grande peta... crianças... são bastante precoces...”
E assim, por causa desta competição desenfreada de pais natais se acaba com os sonhos de natal de dezenas de crianças.
Mas por falar em competição. A mim parece-me até o natal se transformou numa corrida atrás da casa e jardim mais enfeitados do bairro. As pessoas enfeitam tudo, as janelas, as chaminés, as escadas, as caleiras (como eu fiz), as árvores de fruto, os animais, os postes, as paredes, enfim, tudo, tudo serve para pendurar luzes decorativas!
Ah! O Natal!
Abraços, beijos e OH OH OH a quem de direito!

sábado, 4 de novembro de 2006

Halloween...

Cá está uma bela invenção dos povos celtas para celebrar o fim do Verão e outras coisas mais, que os irlandeses e a malta desses lados se encarregou de levar para os EUA e uma vez aí, resolveram tornar esta celebração numa espécie de carnaval capitalista.
Os americanos ficaram malucos com isto e deve ser esta a data que mais festejam a seguir ao 4 de Julho. Chamo a isto carnaval capitalista porque eles não se contentaram em ir pelas ruas mascarados de coisas estranhas, eles quiseram fazer algum negócio com isso e por isso resolveram que talvez não fosse má ideia irem a todas as casas e sacar umas coisas. O intuito deles nem seriam as guloseimas, mas com as máscaras a malta não entendia metade do que eles diziam, e resolveram que era melhor despachar esses mascarados com um rebuçadito para ver se se iam embora. A moda pegou e neste momento, temos uns festejos capazes de rivalizar com o carnaval carioca e europeu, só que mais pequenino.
Cá pelos nossos lados, o sonho de alguns é poder vestir as roupas justas das mulheres e andar a pavonear-se um dia inteiro com o fio dental bem engavetado, e depois à noite beber até cair para o lado (talvez mesmo depois de descobrir que se calhar o sucesso não é ser Arnaldo o camionista, mas sim Arnalda, a engolidora do cabaré)... O degredo do carnaval.
No Brasil a táctica deles é diferente, é abanar o capacete dois ou três dias seguidos, e pelo meio fazer bastante sexo com tudo o que se mexer... basicamente, é por isso que as mulheres se passeiam meias despidas por lá, assim poupam tempo e sempre têm a desculpa de que está calor e não sei quê...
Nos Estados Unidos, para não copiarem o tradicional carnaval, tornaram o halloween no seu próprio carnaval... “Ai e não sei quê, e é o momento do ano em que o véu que separa o mundo dos vivos e dos mortos é mais ténue” e vai daí, espetam abóboras em tudo o que é canto, vestem-se como os seus antepassados de à 150 anos atrás, espetam umas facas na cabeça e mais umas coisas giras e aí vão eles para o negócio. “Oh senhora, ou me dá um rebuçado ou vou ter que lhe fazer xixi ali no cando do jardim!”.
E assim vai o mundo nos “países desenvolvidos ou quase”.
Agora se me desculpam, vou ter que ir limpar os muros onde pendurei abóboras, que elas desfizeram-se e ficou tudo desgraçado!
Abraços e beijos a quem de direito...

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Facilito!

Os anúncios para vender coisas fascinam-me! Desde carros, casas, mobiliário, computadores, neste nosso Portugal tudo se vende, e todos são vendedores, o que dá origem a algumas coisas capazes de entreter o comum dos mortais por longas horas.
É por isso que vou reflectir sobre alguns slogans ou palavras-chave que os pseudo-vendedores portugueses usam para suscitar o interesse de potenciais compradores.
Quantas e quantas vezes passo na rua e vejo um pequeno papel que simplesmente diz “Vende-se”. Uma dessas vezes fiquei junto a um carro à espera que ele se vendesse durante 1 hora, mas o raio do carro nem pestanejou. Enfim, mas este é o mais comum e menos problemático.
Um dos que mais me chateia é o “Procuro novo dono”... Isto faz-me lembrar os cães que, descontentes com os actuais donos, resolvem sair de casa, quais jovens adolescentes revoltadas, e procuram um novo dono capaz de os entender. Dá-me vontade de chegar ao pessoal que escreve isto e cola no carro e dar-lhes uma valente mocada na cabeça com um pau de eucalipto...
Depois há os que nem se querem chatear, escrevem um número de telefone num papel e pronto. Nos primeiros tempos, ainda pensei que fosse alguém que se sentisse só e apenas quisesse companhia, carinho... Este pessoal espera que o mundo olhe para eles e para o seu número de telefone e pense imediatamente em comprar, comprar, comprar! Tansos!
E depois há alguns que simplesmente me deixam desconcertado. É o caso do “Facilito” e do “Trato”... mas que raio... o que é que vai na cabeça das pessoas? Estou sempre à espera de ver cartazes deste género nas costas daquelas mulheres que trocam sexo por dinheiro, aquelas que estão na beira da estrada... sei lá, estou sempre à espera de ir a passar na estrada e ver um pequeno cartaz ao lado de uma matrafona a dizer “Facilito” ou “Sucções” ou outras coisas ainda mais atractivas... Haviam de ter sempre o estaminé cheio de clientes! Ou não... de qualquer maneira, nos carros faz-me sempre alguma espécie...
Deixo aqui o réptil a quem está atento a estas coisas, para me deixar aqui informação sobre alguns destes slogans de venda, só para eu saber se há algum que eu não conheça.
Abraços e beijos a quem de direito...

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Sô'tor!

Fez-se luz, acabei de descobrir porque raio é que os políticos são tão inúteis e incompetentes!
O problema é que eles têm que memorizar um grande conjunto de individualidades de estado para os seus discursos, o que os deixa sem tempo para tratarem daquilo que são realmente as coisas importantes. Passo a explicar...
Quem já assistiu a formalidades autárquicas, de estado ou simplesmente aos debates na assembleia da república (que podem ser maravilhosamente contemplados no canal AR), sabe que antes de começar qualquer discurso ou mesmo uma curta apresentação, esta malta gasta pelo menos 5 minutos dos 6 minutos a que tem direito a nomear e cumprimentar minuciosamente todos os ilustres presentes. É por isso que nunca chegam a fazer nada e andamos como andamos.
Eles estão próximos de atingir aquele que eu considero o limite no que diz respeito a cumprimentos, e quando esse limite for atingido, o seguinte vai-se acontecer:
Diz o primeiro ministro: “Senhor presidente da assembleia, senhores ministros, senhoras ministras, senhores deputados da oposição à minha direita, senhoras deputadas...”, (5 minutos depois)”...senhora da limpeza dos nossos gabinetes, senhores que acartaram os barris de cerveja para o bar, senhora que ainda agora ajeitou a gola da blusa, senhores jornalistas...”
De repente é interpelado pelo presidente da assembleia da república: “Faça favor de terminar senhor primeiro ministro...”
Continua o primeiro ministro: “...senhoras jornalistas, senhora que está a olhar para a nódoa no meu casaco, senhores que estão aí em cima a dormir, senhor que está a coçar os tomates, senhores e senhoras, estamos aqui hoje para discutir...”
O presidente da assembleia da república interpela-o novamente: “Senhor primeiro ministro, terminou o seu tempo, tem a palavra o senhor deputado da oposição...”
E pronto, assim se passa o tempo na assembleia...
Eu tenho uma solução para resolver isto... era chamá-los a todos para o estádio do Dragão e soltar uns quantos leões esfomeados. Parece que já os estou a ver: “Oh Sô'tor, não fuja! Caro leão, faça favor de não me comer a perna, isso é altamente inconstitucional... Isso é pura demagogia sô'tor, todos percebem que o leão o quer comer a si...”
Enfim... Pode ser que um dia aconteça isso...
Abraços e beijos a quem de direito!

terça-feira, 8 de agosto de 2006

Se fosse eu que mandasse...

Dei comigo a pensar num conjunto de coisas, que alguém inventou, mas que na verdade gostaria de ter sido eu a mandar no assunto. Não só pelos rios de dinheiro, mas principalmente porque mudava algumas coisas... Por exemplo:
Se fosse eu a mandar no carro Smart, fazia-o pequeno como ele é, com bastante qualidade interior e exterior como ele tem, mas fazia-o com mais trinta e duas toneladas de peso, só para não ter que passar pela vergonha de ser ultrapassado por um... Se eu tivesse filhos, já os estou a ver a comentar quando vissem um Smart a ultrapassar-me: “Oh pai, vai ali meio carro a ultrapassar, porquê?”
Se fosse eu que mandasse, instalava em cada político um aparelho que fizesse com que, quando eles mentissem se soltasse do seu esfíncter anal um farfalhudo e estrondoso peido audível a mais ou menos 3 quilómetros... O canal parlamento havia de ser bem mais divertido... e nem falo dos comícios.
Se fosse eu que mandasse na televisão portuguesa, passava tudo o que é programa da manhã para a madrugada, Fátima Lopes, Praça da alegria e Goucha tudo a começar à 1h da manhã. O país ia melhorar substancialmente porque a malta não ia ficar até altas horas a ver televisão porque nada daquilo interessa. E em vez das 300 novelas começava a passar coisas menos interessantes, como programas tecnológicos e outras coisas aborrecidas como programas de desenvolvimento.
Se fosse eu que mandasse, o estado teria que me pagar impostos por eu lhes fazer o favor de morar cá em Portugal... Mas como não sou eu que mando, limito-me a pagar impostos para eles andarem todos contentes a gastar do que é meu...
Enfim... há mais coisas que eu mudava, mas ficam para depois.
Abraços e beijos a quem de direito...

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Isenção, sim!

Os jogadores que disputaram o mundial de futebol com as cores portuguesas pretendem não pagar impostos dos 50 mil euros que vão receber. Eu acho muito bem!
Finalmente alguém teve a coragem de dar a mão a esses pobrezinhos que quase não ganham para comer, nem para as imensas casas que têm, nem para os carros topo de gama e outras coisas mais.
Na verdade, penso que poderíamos fazer algo mais por eles. Acho que se cada um de nós fosse capaz de dispensar o valor de umas duas ou três refeições semanais para pagar a esses senhores o benefício que eles trouxeram para Portugal. Graças ao que fizeram, Portugal tem agora um défice... igual... ou pior... um PIB... igual... ou pior... com uma diferença, como ninguém quer saber disso porque só querem futebol, deixam que se lhes mexa nos bolsos à vontade.
Eu acho que se devia dar esse incentivo e também deviamos eleger toda a federação e os jogadores para serem deputados durante um mês... assim juntavam a isenção dos impostos com a inutilidade do salário de um deputado e pronto, estava feito o agradecimento aos nossos jogadores que salvaram Portugal da banca rota e da desgraça...
Enfim... Vão pedir isenção ao raio que os parta. Parabéns pelo feito desportivo, mais que isso já é estupidez...
Abraços e beijos a quem de direito...

quarta-feira, 12 de julho de 2006

Site da diva da TV infantil ou site porno?

Foi com grande espanto que recebi por mail o link para o site da apresentadora e “cantora” Ana Malhoa e foi com ainda mais espanto, talvez até um pouco de estupefacção que dei conta de que se trata de um site um pouco... digamos... um pouco pornográfico ou pelo menos de conteúdo mais explícito.
Quando se espera um site com músicas pimba, letras nanhósas, e pimbalhadas até fartar, encontra-se um site de pimbalhadas, claro, mas de outro tipo... bem... a sério que eu ainda não percebi se aquilo é suposto ser mesmo o site da tal cantora ou se é mesmo para ser um site pornográfico... enfim... acho que a única coisa que não o faz ser um site pornográfico é o facto de ter uma irritante e incrivelmente ruidosa música ambiente capaz de levar qualquer cibernauta a ficar descuidadamente exposto aos colegas de trabalho.
Para a cantora e quem idealizou o site e a sua carreira, tenho a dar os parabéns porque deve fazer inveja a algumas actrizes porno consagradas.
Começa-se como cantora e apresentadora de programas infantis e acaba-se a fazer poses ousadas para auto-promoção... boa técnica... não sei o que vai acontecer aos miúdos do Disney Kids, mas eles que se preparem para o estrelato porno, talvez numa dupla, quem sabe de nome "Os pestinhas"...
Abraços e beijos a quem de direito...

A explicação das derrotas portuguesas no mundial

Chegou ao fim o mundial de futebol, cheio de loucuras e devaneios portugueses. Todos esperavam ver a equipa aguentar-te muito tempo, o que acabou por ir acontecendo até às meias-finais. Depois perdemos e eu descobri porque isso aconteceu.
Portugal perdeu porque o senhor Artur não tinha as suas cuecas da sorte vestidas no dia dos jogos!
Milhares de portugueses acostumaram-se a fazer as coisas metódicamente, a usar certos amuletos, ver o futebol de uma certa maneira, assistir ao espectáculo num determinado local.
Como nem sempre é possível reunir esse conjunto de coisas, às vezes há derrotas. Coisas como “Eh pah, viste isto, não tive tempo de ir buscar o meu cachecol e por isso Portugal perdeu...”, “Que caraças, esqueci-me de me benzer três vezes antes do jogo, eu tinha feito isso conta Angola e resultou e desta vez esqueci-me...”, “Oh Arnaldão, esqueci-me de vestir o fio dental cor de rosa da minha mulher e agora, se calhar Portugal vai perder!” foram proferidas durante e depois dos jogos em que Portugal perdeu...
E pronto, assim se descobre que afinal as vitória e derrotas de Portugal estão encerradas em cuecas, cachecóis e outros amuletos e nunca nas pernas dos jogadores que andam lá a correr atrás da bola apenas para fazer espectáculo.
Enfim...
No final de tudo, tenho-vos a dizer que a culpa de Portugal ter perdido foi minha, pois eu esqueci-me de comer uma maça antes do jogo... é chato, mas há que assumir as culpas...
Abraços e beijos a quem de direito...

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Regressaram os Tamagotchi!

Fiquei admirado quando reparei que, aquela que foi uma das pragas mais electrónicas de sempre, os tamagotchi, regressaram.
Quem não se lembra daquelas maquinetas irritantes, em formato de porta-chaves, com 3 botões que pediam incessantemente para comer, dormir, cagar ou simplesmente para brincar?
Pois bem, os bichos regressaram, cheios de vitalidade, força e novas funcionalidades e prontos para conquistar o mundo.
Agora, além de comer, dormir, brincar e cagar, podem ficar doentes, ser medicamente tratados e interagir com outros irritantes e desamparados Tamagotchis.
Estamos perante uma clara evolução da espécie, mas penso que esta era a altura certa para fazer alguns ajustes e melhoramentos que tornariam o brinquedo ainda mais interessante. Como sou bastante simpático (tem dias) vou deixar aqui as sugestões para aquele que seria o Tamagotchi português mais evoluído de sempre.
Primeiro, em vez de uma luz a avisar que o bicho precisa de comida, eu punha as entranhas da maquineta a fazer uns barulhos estranhos. Mais ou menos como se tivesse engolido um rinoceronte. Se o utilizador não lhe desse comida, o bicho começava a berrar coisa do género: “Tenho fome...”, “Quero comer...”, “Ai...”, “Quero um hamburguer...”, “Quero uma feijoada”, etc. Se ainda assim o distraído tratador não lhe desse comida, ele ia emagrecendo e mudava a nacionalidade para Etíope algum tempo antes de morrer.
Se o bicho ficasse doente, o utilizador tinha que activar o STS (Sistema Tamagotchi de Saúde) e o Tamagotchi ia desaparecer às portas de um hospital decadente durante umas 5 horas, aparecendo depois, ainda doente mas com uma carrada de medicamentos para aviar e o conselho “Vá para casa e descanse que isso já passa”. Depois de morrer, o utilizador poderia autopsiar o seu Tamagotchi e saber ao certo que doença tinha.
Quando o bicho cibernético tivesse à rasquinha para arriar o calhau, começava por largar uma pequena e sussurante bufa mal-cheirosa (a máquina devia vir preparada para largar maus odores). Se o utilizador não pusesse o bicho a cagar, ele deveria, desta vez, largar uma estrondosa e ainda mais mal-cheirosa farpa, que havia de pôr o aparelho a vibrar e deixar o utilizador embaraçado. Se isto não resultasse, por fim o tamagotchi deveria largar umas bojardas valentes, borrar-se todo e borrar o aparelho.
Ora, dando uso às novas funcionalidades, eu acho que o Tamagotchi português deveria vir equipado com um kit de piropos. Ora, o bicho estaria sossegado no seu mundo, e quando uma Tamagotcha se aproximasse ele imediatamente desatava a assobiar, a gritar “Mudava-te a pilha”, “Dava-te de comer, oh boua!”, “Deixa-me carregar-te nos botões, sua máquina...”, enfim, coisas assim. E quando a coisa resultasse, a Tamagotcha saltava para a máquina dele, e pronto, era ver os bolsos do dono ou dona do Tamagotchi a saltar e gritos robóticos de prazer... seja lá o que isso for...
Fica o meu contributo para os construtores destas geringonças, aproveitem! Estou ansioso por ter uma coisa destas...
Abraços e beijos a quem de direito...

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Eram dois quilos de cerejas e aquela matrafona que ali está ao lado sff...

Isto de andar a viajar de trabalho em trabalho, permite-me ver coisas que eu realmente nunca imaginei. Depois do “homem_que_pensava_estar_de_fato_mas_estava_de_boxers_e_meias”, tive oportunidade de constatar um facto bastante constrangedor.
Nesta altura do ano, rica em cerejas e vendedores das mesmas, costumo encontrar a estrada nacional 1 pejada de pequenas barraquinhas, protegidas pelos seus guarda-sóis apelativos e os seus placards anunciando a suposta proveniência das cerejas e a espectacular promoção.
Ora, a aparição destes pontos de negócio veio esbarrar com alguns pontos de negócio existentes na maioria desses locais, os chamados postos de câmbio avançado, aqueles sítios onde estão expostas as senhoras que vendem algum prazer ou algo que se pareça a quem queira parar e esteja preparado para um negócio de beira de estrada.
Bom, com esta proximidade de negócios, que não serão de modo nenhum concorrentes, digamos que até complementares, acontece que uma pessoa pode ir ao engano a uma dessas barraquinhas e acabar por negociar algo mais do que há para venda. Parece que já estou a ver um homem a parar o carro, depois dos filhos de 3 e 5 anos terem pedido insistentemente cerejas, a dirigir-se ao estaminé de venda e a dizer: “Olhe, quero dois quilos de cerejas para levar para os meus filhos e aquela matrafona de mini-saia com as mamas ao léu e as banhas de fora que está ali encostada ao êclipe para eu me entreter enquanto os putos comem as cerejas e cospem os caroços para os bancos do carro, se faz favor. E só por curiosidade, quanto é que é o tombo? Hã? Também é a 5€ como as cerejas?”
Enfim...
Outra coisa que me tem espantado, é o estabelecimento que estas ditas “trabalhadoras do prazer” hoje em dia têm onde esperam clientes. Antes vinham apenas armadas de uma latinha de tinta para se poderem sentar de perna escanchada enquanto liam a maria e esperavam pelo próximo cliente que se abeire delas. Elas agora trazem cadeirinha, guarda-sol, mochilas e algumas até o próprio carro, que usam logo a seguir ao trabalhinho, como eu já tive oportunidade de ver, sem roupa na parte de baixo, com uma perna dentro e outra fora do carro, usando toalhetes para fazer a sua higiene e estarem frescas e fofas para o próximo pato. ARGH! É só o que consigo realmente articular a essas prestigiadas trabalhadoras... ARGH! Muito Argh...
Abraços e beijos a quem de direito...

PS: Não sei se alguma vez tiveram a oportunidade de ver alguém conhecido a parar perto de uma dessas senhoras e negociar, mas eu já e agora questiono-me: Como é que eu vou reagir da próxima vez que encontrar o senhor? Hã?

Antes de sairem à rua, olhem-se ao espelho...

Todos sabemos que andar nas ruas portuguesas hoje em dia pode ser muito perigoso. Não só por causa de carros, motas ou bicicletas desembestados, capazes de nos cilindrar num piscar de olhos, mas principalmente por causa de alguns transeuntes que insistem em não se olhar ao espelho antes de sair pela porta de casa.
Digo-vos isto, porque recentemente dei de caras com um senhor que certamente se viu atrapalhado e deve ter saído a correr de casa pela janela, talvez a fugir de alguma coisa, ou simplesmente saiu de casa para marcar um estilo.
O dito indivíduo estava na rua a falar com outro senhor, com uma indumentária bastante curiosa. O homem trajava apenas e só boxers brancos com riscas negras, chinelos de quarto e meias até aos joelhos. Só isto... Se calhar apanhou-se desprevenido e teve que vir à rua de qualquer maneira... Mas intrigou-me o facto de que ele comportava-se naturalmente como se estivesse de fato e gravata...
Enfim... Depois da Lili Caneças só me faltava ver isto...
Abraços e beijos a quem de direito, especialmente a quem tem espelhos perto das portas...

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Hardrock Halellujah!

Todos falam com espanto da música que este ano ganhou o festival eurovisão da canção, e eu como não quero ficar atrás nisso, vou falar também.
Primeiro que tudo, penso que o raio do festival esteve até este ano ultrapassado, pensei até que não passaria de nada mais que uma distante memória que os portugueses tinham posto de lado, mas depois percebi que iam mandar umas miúdas lá para nos defender... ou nos enterrar... qualquer coisa.
Mas este ano, finalmente aconteceu algo de diferente que me chamou a atenção, a mim e a metade dos europeus que vêem televisão, um grupo chamado Lordi, que é composto por artistas vestidos com os fatos usados e já deformados das sagas da guerra das estrelas e da guerra dos mundos, concorreram e ganharam!
Finalmente, alguém teve a coragem de ir lá e gritar um grande “Acordem” à malta da eurovisão, que tinha adormecido nos anos 70, e aguardava a todos os momentos pelo regresso dos ABBA.
Eu não só achei bem os Lordi terem ganho, pelo espectáculo visual que levaram lá, mas até porque eu achei piada ao raio da música!
Tenho uma coisa a propor, nós que andamos nisto da eurovisão desde que havia dinossauros e no entanto parece que somos alérgicos a ganhar, devias pedir aos Cebola Mol, os Gato Fedorento e ao Toy para, juntos, se dedicarem por inteiro a conquistar o troféu de melhores da Europa para nós! Hã? Que acham? Todos em palco, com bigodes postiços e suiças até aos joelhos, a cantarolar uma daquelas coisas que nos faz rir... Hã? Que tal? Hã? Não?
Eu acho boa ideia... mas espero sugestões...
Abraços e beijos a quem de direito...

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Tapa aí se faz favor!

Hoje vi-me recordado de uma realidade que estava afastada à uns tempos da minha memória.
Estou a falar dos tapa buracos. Os senhores que andam com umas pás e enchadas a tapar os buraquitos das estradas.
Ora, eu não sei quem um dia pensou que aquilo era uma boa ideia, mas de certeza que vos posso assegurar que não só estava errado, como teve possivelmente a ideia mais estúpida da sua época.
Digamos que, tapar os buracos com aquela poia de alcatrão gravilhado é mais ou menos como tapar o coto de uma perna decepada com um penso rápido. A ideia é boa, mas não funciona! É mais ou menos como se, na segunda guerra mundial, os enfermeiros em vez de morfina e ligaduras andassem com uns pensos rápidos, daqueles com desenhos a tapar furos de balas, cabeças abertas, corpos cortados a meio, e barrigas com tripas ao léu.
E porquê? Ora, eu não sei se já repararam quanto tempo é que esses remendos na estrada duram, mas pelo que estou a ver nos remendos que fizeram aqui na estrada em frente, que apesar de terem sido feitos logo cedo pela manhã, já estão novamente a aprofundar.
Mas o que me chateia realmente, é o efeito que aquilo tem nos carros. Passamos por cima ou nas imediações de um desses remendos e há gravilha “nhanhenta” a saltar por todo o lado e o efeito são toneladas de alcatrão agarradas à pintura do carro...
Em poucas palavras, posso dizer-vos que o carro cinzento que comprei é neste momento uma amalgama de chapa e alcatrão, que lhe dá o aspecto de uma tela de um pintor famoso, depois de ser atacado por 39438723 moscas com diarreia. Dá para entender?
Agora se me desculpam, vou tapar um buraco no estômago com umas bolachas, isto sim, um belo remendo.
Abraços e beijos a quem de direito...

O desemprego vai desaparecer em Portugal!

Acabaram de me confirmar que realmente o desemprego vai passar dos 8% para 0,01%, tudo à custa do mundial de futebol da Alemanha.
Tudo isto vai acontecer à custa do chamado sexo. Consta que nos países à volta da Alemanha e na própria Alemanha os homens vão procurar mais sexo com prostitutas e com estrangeiros e estrangeiras que vão estar atentos aos jogos.
Ora, os portugueses já toparam isso, e vão todos para a Alemanha a dar o seu contributo e por os seus corpos latinos a render, isto porque toda a gente sabe que os estrangeiros ficam doidos com as miúdas e miúdos portugueses, vejam o Camarinha...
O estado português, na sua ânsia de matar o desemprego já se ofereceu para pagar as viagens e estadia a todos os portugueses desempregados, de forma a reduzir o desemprego até níveis record em toda a união europeia e mesmo no mundo! Seremos os primeiros numa coisa... claro que depois vai exigir uma comissão pelo trabalho desses emigrantes do sexo, o que fará na realidade que deixemos de ter um estado para passar a ter uma cambada de chulos... mas esperem... isso já temos...
Enfim... “Rai'os partam”...
Abraços e beijos a quem de direito...

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Assassino, precisa-se!

Acho que chegou a altura de alguém chamar o mundo à razão. Não sei se o mundo vai ouvir, mas eu vou chamar na mesma!
Penso que já toda a gente viu, mesmo sem querer um raio de um sapo com o pirilau ao léu que não deixa as televisões e os telemóveis do mundo em paz. Estou a falar obviamente do estúpido do crazy frog, uma invenção claramente ridícula que alguém pensou em atirar para as luzes da ribalta, e qual emplastro, nunca mais de lá saiu...
Logo pela manhã, ainda andamos a tentar retirar remelas do tamanho de baleias dos olhos ainda meio fechados, e a debater-nos com a necessidade de tomar um pequeno almoço despachado e já há um sapo pronto a saltar da televisão com uma música irritante.
Ninguém se apercebeu de como o conceito é estúpido? Vamos lá pensar. Um sapo com uma dentadura e um detalhe atroz, a falta de um dente. É estúpido? Então e o facto de andar de camisa, casaco ou camisola e sem calças e com o pirilau à vista? Hã? Já agora, quando foi a última vez que viram um sapo com pénis e testículos humanos? Hein? E para terminar, como se não bastasse a já flagrante estupidez do conceito, há o facto de o raio do sapo se descolar impulsionado por gases. Não o gás usado nos carros, mas gases intestinais!
Enfim, é uma coisa que não entendo. O raio do sapo não se vai embora! Apareceu, teve o seu sucesso e pronto, devia ter ido embora. Mas não! Volta sempre com o mesmo ar estúpido, sendo perseguido pelos mesmos captores e acaba por safar-se sempre da maneira mais estúpida possível, normalmente mandando uma peidola mais forte do que o habitual.
É por tudo isto que eu acho que alguém que perceba de armas, estratégias de captura ou simplesmente seja um assassino, devia aniquilar o raio do bicho e livrar a humanidade do sofrimento que é vê-lo...
Abraços e beijos a todos os assassinos e assassinas sanguinárias e a quem de direito...

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Posso tê-lo assim?

Já anteriormente abordei aqui o assunto da música pimba. Todos falam mal dela, que é isto e aquilo, mas a verdade é que se calhar basta prestar um pouco de atenção para perceber afinal quem é que faz música estranha...
Andei a procurar um grande sucesso das discotecas e rádios nacionais e internacionais e dei de caras com uma música que não só é estranha, como tem uma letra parva e um sucesso avassalador... E porquê? Não sei... Penso que tenha alguma coisa a ver com uma loira que a co-canta...
Passo a “traduzir” a letra da música...
Senhoras e senhores
Pois é!
Vamos lá!
Pois é!
Quentinho não é?
Sempre a andar, com os meus tin-tins a bater
Leva-os e liga-me de manhã
Havias de ver as correntes, davam-me um charme e
Eu voava como um pássaro da Nelly Furtado
Merda pah, chega aí umas garrafas e umas tostas
Vê se andas, pois este é o disco do ano
Um preto trouxe-te gelados, dois para cada um
E anuncias oficialmente este caso porque,
Naquele dia, havia nuvens cinzentas
E parece que os anjos não as afastavam
Mas depois vendi um verso e comprei um NSX
Mas ainda andava com o cu dormente,
Mas agora meu, vejo muito melhor pela janela do terraço
E tenho falado com o meu telefone sobre as merdas que ouviste
Estás a ouvir bem? Hã? Estou? Consegues ouvir-me?
Posso tê-lo assim?
Podes tê-lo assim!
Posso tê-lo assim?
Podes tê-lo assim!
Posso tê-lo assim?
Podes tê-lo assim!
Posso tê-lo assim?
Podes tê-lo assim!
Larga a tua pochette e agarra as ancas,
E faz de conta que estás a ganhar dinheiro
Por isso posso tê-lo assim?
Podes tê-lo assim!
Posso tê-lo assim?
Podes tê-lo assim!
Acho que a letra diz tudo... Fósgasse... Volta Toy, estás perdoado...
Posso tê-lo assim?!
Abraços e beijos a quem de direito...