Ontem foi um dia grande para a comédia regional portuguesa. Não, eu não estive a ouvir as rádios locais nem a ver os malucos do riso…
Estava eu muito descansado na minha loja a preparar um orçamento, quando ouço um dos vizinhos tuning aqui da loja a chegar na sua Zundap-Famel a fazer um cagaçal monumental, quase a deitar árvores abaixo tal era o barulho. O moço fez o que faz sempre, que é chegar aqui à frente da loja, dar a volta e entrar pelo portão de casa dele a alta velocidade.
Mas desta vez ele teve duas coisas inesperadas. A primeira eram os colegas tuning dele a assistir e a segunda era o portão de casa fechado.
Ora, o moço dá a volta, apanha balanço e para impressionar os amigos acelera muito mais do que é normal, parece que até vi as rodas a derrapar, vai embestado na direcção do portão a contar que ele estivesse aberto, marra ferozmente com a roda da frente do veículo no portão e num acto de malabarismo, equilibrismo e outro ismo qualquer, sai disparado da mota, embatendo violentamente com a cornadura no portão e logo depois no chão, mas não sem antes apanhar com a motorizada em cima.
Os amigos, riam que nem doidos e o moço não é de meias medidas, não satisfeito com a mocada que mandou no portão, chega-se novamente perto dele e manda-lhe três farfalhudos e sonoros pontapés que acabaram por rebentar a fechadura e abrir o desgraçado do portão…
Depois restou-lhe apenas, com a pouca dignidade que ainda lhe sobrava, pegar na motorizada enquanto dizia algumas asneiras e entrar para o pátio da casa, ainda incrédulo.
Coisas bonitas e selvagens que a arte do motorratísmo obriga… fiquem bem que eu vou ali lubrificar a corrente e puxar o lustro ao meu capacete.
Abraços e beijos a quem de direito…
Aquele que é definitivamente o blog das maiores barbaridades e situações ridículas que se pode encontrar... ou não... (Barbaridades e coisas ridículas, ok? Perceberam? Coisas para rir e tal, assim como que com piada e tal)
quarta-feira, 28 de setembro de 2005
Um monumental tralho!
quinta-feira, 22 de setembro de 2005
"Pá tropa, p'la guarita!"
Ok, há qualquer coisa que me está a escapar…
Estava ali na cozinha a tomar o meu café e começo a ouvir gritos histéricos e gemidos de choro… Pensei que tinha sido uma moça que por azar ou obra do destino, tivesse trilhado os respectivos pertences, num acto de contorcionismo bem rebuscado, num qualquer fecho eclair…
Afinal não era… era um programa… quer dizer… era uma coisa estranha… um… aquilo era a tropa, mas com abixanados…
O conceito daquilo já era estranho por si só, mas depois acharam que ainda podia melhorar se colocassem naquele quartel figuras conhecidas do jet 7 e dinossauros… Eu não sei se as pessoas são convidadas aleatoriamente através de escolha casual por um computador com uma base de dados das pessoas do jet 7 e outras que já fizeram parte do mundo artístico à mais ou menos 400 anos atrás.
No lote das personagens, inclui-se o homem da guarita, o que está em todas por trás, o gajo das armas, paus e do cabelo rapado, o Telmo do Big Brother, depois temos a personagem Rambo, interpretada pelo brasileiro, bombeiro e rei da mangueirada: Frota. Agora que dei o exemplo de dois soldados de destaque, gajos que falam grosso e têm a mania que são o tarzan, começa a descambar, uns modelos, uns cantores e outras coisas desse estilo… E por fim, as duas personagens que claramente foram enganadas e estão no programa por engano: A Valentina Torres e o José Castelo Branco.
O que raio é que estes dois estão lá a fazer? No meu tempo, tropa era para meter o pessoal na linha e fazer cumprir a ordem e impor disciplina… Estes dois, estão inequivocamente a fazer o contrário. A Valentina acha que ela é que manda naquilo e está-se nas tintas para se aquilo é um programa supostamente militar ou se é um reality show sobre pratos de culinária, para ela é exactamente o mesmo. E depois o comportamento dela é tão estranho que os supostos militares a sério devem sentir-se constrangidos e como a senhora já é velhinha, tem uns 246 anos, não a levam muito a sério…
Depois há a figurinha do momento, o Castelo Branco… O moço(a) deve sentir-se abusado e nos 5 minutos que presenciei, ele chorou umas 10 vezes… Umas porque não queria dobrar a roupa, outras porque estava farto de estar em pé, e umas porque o instrutor falava muito alto…
Enfim… aquilo não era suposto ser tipo tropa? Então se sim, se um recruta levanta a crista como todos eles fazem, era logo pô-lo a inchar flexões até as unhas lhe crescerem ao contrário e os joelhos virarem para o outro lado, isso sim era tropa… Mas havia de ser com todos os concorrentes… Ainda queria ver a Valentina a fazer flexões… deve deitar-se em cima da barriga e depois balançar como se fosse uma cadeira de baloiço.
O Castelo Branco devia fazer flexões virado de barriga para cima e a levantar e baixar os braços enquanto dava gritos histéricos e chamava “bicha militar” a todos…
A juntar ao “Senhora Dona Lady” e ao “Esquadrão G” deviam fazer o “Dentro da Política”, uma ideia pioneira para um programa tipo reality show, em que as estrelas eram políticos e enfiava-se-lhes câmaras de filmas pelo ânus a cima, e assistia-se à sua vida rectal, durante dois meses de campanha eleitoral, os apertos de mão, os encontrões, os berros e os apalpões… Depois no final do concurso, metiam-se todos os políticos dentro do estádio do Dragão, regava-se bem com gasolina e depois alguém mandava um fósforo para lá, só para animar a malta…
Ao que nós chegamos… enfim…
Abraços e beijos a quem de direito…
quinta-feira, 15 de setembro de 2005
GOLOOOOOOO!
Está mais que na altura de trazer à baila um assunto delicado relacionado com futebol. Eu acho e tenho visto muitas provas de que o futebol é um desporto abixanado.
E vocês chamam-me maluco e perguntam-me porquê… Vá, perguntem…
Ok, eu digo. Já repararam no que acontece quando um jogador marca um golo? Imediatamente um grupo de outros jogadores, adeptos ou técnicos vai a correr ao seu encontro, mandam-se para cima do rapaz, apalpam-no, beliscam-no, abraçam-no e falam tão perto da sua boca, que é como se o estivessem a beijar.
Agora pergunto eu: para um desporto que é supostamente de machos, cheio de corrupção e dinheiro para árbitros e afins, porque é que a malta festeja golos assim? Mas é que são todos. Uns passam para um nível diferente, e quando marcam um golo, mandam-se pelo chão adiante e depois esperam que os restantes 1o jogadores lhes caiam em cima, todos ao mesmo tempo… coisa abixanada…
A malta do ténis, cumprimenta-se e felicita-se com um aperto de mão, ou simplesmente com o chamado low5. A malta do hóquei manda com os tacos nos capacetes. A malta do vólei troca o chamado high5. A malta do futebol, apalpa-se e esfrega-se… Tonhós!
Se quisessem festejar com comportamentos dignos de um homem, quando marcassem golo fariam uma ou alguma das seguintes coisas:
- Gritavam bem alto para todos ouvir enquanto agarravam ferozmente nos testículos (nos próprios) – “Tomem lá coirões!”
- Cuspiam para o chão e coçavam a micose.
- Iam apalpar as moças ucranianas que eram contratadas para serem apalpadas durante os jogos, e coçavam a micose.
- Mandavam grandes cachaços uns aos outros, bem como alguns pontapés nos testículos, e coçavam a micose.
- Corriam pelo campo, e gritavam bem alto – “Vai buscá-la…” – enquanto batiam com os punhos fechados no peito, qual tarzan do relvado e coçavam a micose.
- Mandava três mortais para a frente, dois para trás, duas duplas patadas no ar e por fim posava para a fotografia fazendo um esgar de sofrimento à Rockie Balboa enquanto gritava GOLO e coçava a micose.
- Puxava um grande escarro, mesmo daqueles das entranhas e cuspia para o ar, formando a palavra “GOLO”, enquanto coçava a micose.
- Simplesmente coçava a micose…
Agora sejam homens, portem-se como homens!
Abraços e beijos a quem de direito…
quarta-feira, 14 de setembro de 2005
Lojas de animais: Para quando a mudança?!
“Queria meio quilo de alpista para os canários, um piriquito amarelo e aquela vaca que está ali na jaula número três se faz favor…”
Eu acho que está mais que na hora das lojas de animais assumirem o seu verdadeiro papel. Têm a mania dos animais exóticos e mais não sei o quê, e os animais com que mais convivemos ficam esquecidos.
É tradicional que nestas lojas encontremos comidas e acessórios para alguns bichos, e naturalmente, acabamos por encontrar também alguns dos bichos, como cães, gatos, passarada, algumas cobras e lagartos, peixes e pouco mais.
Mas então e quem quiser comprar uma vaca, um porco, uma galinha ou simplesmente um caracol? Hã? Se estamos a falar de lojas de animais, porque descriminam? Eu achava interessante era uma pessoa ir ao centro comercial, dirigir-se à loja de animais e pedir: “Olhe se faz favor, dê-me três galinhas e um peru. Já agora, embrulhe-me também aquele porco…”. E saia da lá com uma carrada de bicharada pela mão, e pronto, ia fazer o resto das compras.
Em vez de virem as empregadas da Zara com um saco na mão a chamar pelas pessoas, porque estas se esquecem das sacas na loja, vinham com uma vaca pela mão, enquanto a vaca largava umas poias pela galeria do centro comercial e vinham entregar à pessoa que se esquecera lá do animal.
Este sim seria o papel correcto das lojas de animais. As que não mudassem a sua gama de bichos, deviam mudar o seu nome para “Loja de alguns animais, mas poucos”.
Podiam sempre fazer promoções de galinhas, ou a noite da pocilga aberta, com animais a preço de saldo. E por falar em saldos… Alguém alguma vez viu uma loja de animais a fazer saldos? Eu acho que é mais uma grande falha… grande…
Abraços e beijos a quem de direito…
terça-feira, 13 de setembro de 2005
Bolsa de valores…
Alguém já viu uma sessão da bolsa de valores de Nova York? Alguém me pode explicar o que é aquilo?
Para quem não viu ou não se está a lembrar do que eu estou a falar, eu passo a explicar mais ou menos como aquilo funciona.
Juntam-se mais ou menos 300000 pessoas num edifício todo futurista e umas (a que eu gosto de chamar tratadores) sobem para uns palanques, armadas de telefones e blocos de papel, enquanto que outras (que eu gosto de chamar de bestas) vão para uma parte mais abaixo, tipo arena, onde se amontoam a olhar para cima, à espera que seja dado o sinal de partida para começarem a lutar.
Quando é dado o sinal de abertura da bolsa, as pessoas transformam-se todas em animais ferozes, capazes de devorar tudo o que lhes apareça à frente, e desatam aos gritos que supostamente os tratadores entendem e que mais ninguém no universo consegue decifrar. Com estes gritos, gemidos e arfares, acabam por conseguir ganhar ou perder dinheiro, conforme seja a qualidade do arraial.
Eu tenho ideia que não interessa o que quer que seja que eles digam, na verdade a única coisa que conta é gesticular e fazer esgares de dor, sofrimento e ameaça e pronto. Negócios são feitos por entre saliva, pontapés e gases, tudo ao som de milhares de computadores a processar, máquinas a calcular, papeis a rasgar e pessoas a copular (sim, porque eu imagino que com tamanha distracção, haja pessoas que aproveitem para fazer aquilo que normalmente se designa como: o sexo).
Ora bem, a esta altura, temos pessoas na arena a desgrenharem-se, aos gritos e a agredirem-se, temos também os tratadores a receber cuspidelas e bolas de papeis vindos de baixo enquanto falam com 32 pessoas ao telefone e tomam nota dos comentários de 746 das bestas que tentam negociar com as suas acções e os seus barris de petróleo. Temos também algumas pessoas que só vão lá para se entreter e ver o espectáculo, que são normalmente os grandes corporativistas e donos das empresas cotadas, e resta apenas referir as inúmeras outras pessoas que estão no edifício a praticar o anteriormente referido: sexo.
No final do dia, toca uma campainha, e parece que as pessoas passaram por um exorcismo total, porque nada daquilo que fizeram durante o dia, nenhuma das 46 pessoas que mataram interessa, porque passam a comportar-se como pessoas normalíssimas como se nada se tivesse passado e vão mesmo jantar com os colegas de trabalho a quem deram cotoveladas, facadas e pontapés, e outros voltam para suas casas, com as suas mulheres que passaram o dia a ter relações sexuais com os chefes, nos pisos superiores, dizendo um ao outro que o dia tinha sido chato e cansativo e tal… depois surge aquela coisa da dor de cabeça e não sei quê, e pronto, vão dormir.
E assim é um dia no mercado de valores de Nova York...
Como acham que é nos restantes países? Como será cá em Portugal?
Abraços e beijos a quem de direito…
sexta-feira, 9 de setembro de 2005
O que raio há com as pessoas e as implosões?
Eu não percebo… eu nunca vi ninguém a convidar dezenas de individualidades e malta que não tem o que fazer para ficarem meses e meses a olhar para um prédio enquanto o mesmo é construído! É que nunca vi, vocês já viram? No entanto, marcam uma implosão e pronto, lá está a malta toda, ávida de destruição e pronta para deitar tudo abaixo! TUDO!
Num instante passamos de um país inteiro mergulhado na miséria e na depressão para um bando de apaixonados pela destruição e o exibicionismo!
Tenho a sensação que se no passado dia 8 de Setembro no fim de deitarem os edifícios da Torre Alta a baixo distribuíssem baldes, pás e luvas para a malta ajudar a limpar o entulho, havia de haver pessoas a correr e a gritar como o diabo foge da cruz, e tenho mesmo a impressão que há frente na fuga iriam certamente os membros de forças políticas liderados, obviamente pelo actual primeiro ministro.
Eu há uns tempos atrás andei a deitar abaixo um antigo palheiro, ainda da época dos meus avós, e não apareceu ninguém a ajudar e a fazer uma festa. No entanto estavam lá pessoas a ver, a assistir ao espectáculo! Está certo que não teve direito a explosivos, nem a cobertura mediática, mas foi uma implosão à mesma! Em vez de
Enfim…
Só por curiosidade… hammm… o país esteve a arder, houve destruição, mortes e casas ardidas não foi? Eu acho que isto não é imaginação minha… bom, houve este dramatismo todo, e o senhor Sócrates esteve sempre de férias sem dar satisfações nenhumas ao povo, e agora que há apenas a demolição de um edifício para fins de construção imobiliária e o senhor já aparece todo contente e mais, prontifica-se a ser ele a rebentar com aquilo tudo. Que fixe, estamos em Portugal!
Agora que já fiz um pouco de escárnio político e social, vou ali colocar umas cargas explosivas na sanita e depois premir o botão e assistir à sua implosão. Será que vai aparecer a televisão?
Abraços e beijos a quem de direito e aos senhores que implodem coisas…
terça-feira, 6 de setembro de 2005
Aperta, aperta com ela! (Versão carrinha de pão)
"Ainda te lembras Norberto como tudo começou
se te esqueceste nós não;
O vosso primeiro cachaço, o primeiro tabefe, o primeiro beliscão.
Alguém pagou o jantar e a seguir o olhar
Ficou na esperança de ser
Apenas o começar, daquela que s'ia tornar
A história de uma paixão.
E toda a malta gritou, até o Tico ladrou
Aperta, aperta com ela!
A máquina a disparar e a Susana a gritar
Aperta, aperta com ela!
Depois foram dançar, olha só que lindo par
Aperta, aperta com ela!
Nós apertamos depois, olhem só p'ra eles dois
Numa carrinha de pão.
Com o seu orgão na mão, e o ar de garanhão
Pr'a impressionar a amada.
Ela sempre a curtir, mas sem admitir
Soltava uma gargalhada.
Um dia ele disse assim:
«Se tu gostas de mim, então vamos casar.»
E agora aqui estão,
Os dois com um copo na mão
Neste dia de Verão"
E pronto, para quem sabe o que isto é, cantem, para quem não sabe... paciência, é uma private joke.
Abraços e beijos a quem de direito...
segunda-feira, 29 de agosto de 2005
O catano do Spam...
Este pequeno canto, a que chamam blog, mais concretamente o meu blog, tem estado a ser atacado por spam... enfim... já que isto está a acontecer, eu aproveito para vos contar o que eu acho que devia ser feito aos spammers mundiais, como castigo ou agradecimento pela invasão dos nossos mails e das nossas páginas Internet... Eu apesar de incomodado, até me sinto lisonjeado, pela importância que esses indivíduos dão ao meu blog! :)
Cá vai a lista de coisas giras que lhes podiam fazer... Ah, também se podem aplicar algumas destas aos criadores de vírus e aos arrumadores de carros:
– Haviam de lhes enfiar um molho de arame farpado pelo rabo acima, e fazer-lhe um clister de álcool!
– Haviam de lhes atiçar um arsenal bélico de dejectos de pomba, quando eles estivessem a olhar para o céu, com a boca aberta!
– Haviam de lhes pincelar os tomates com caramelo e sentá-los em cima de um formigueiro de formigas do fogo!
– Haviam de lhes enfiar um castanheiro em chamas pelo rabo acima!
– Haviam de lhes passar com um autocarro cheio de hooligans em cima dos órgãos sexuais!
– Haviam de lhes enfiar por todos os orifícios do corpo revistas com publicidade e anúncios de pornografia e medicamentos!
– Haviam de os depilar arrancando pelo por pelo com uma pinça enquanto os regavam com urina de vaca!
– Haviam de os obrigar a todos a ver os programas do Gocha.
Se alguém tiver sugestões para retaliações aos spammers, faça favor de as escrever aqui…
Abraços e beijos a quem de direito…
sexta-feira, 26 de agosto de 2005
Férias...
Meus amigos, eu fui de férias… sim, para os que se questionam, eu também tenho férias ocasionalmente… bom, mas estava eu a contar que fui de férias e digo-vos: venho mais cansado do que quando fui… isto porque há coisas muito irritantes que podem acontecer durante as férias, capazes de agastar uma pessoa, e essas coisas aconteceram-me a mim!
Bom, para começar, fui acampar num belo parque de campismo com muitas maravilhas: água quente, balneários equipados, piscina, campo de ténis, campo de volei (que giro, como escrevo isto no Word, ele não tem a palavra volei e está a sugerir violei… que giro…) na areia e sossego, muito sossego…
Um verdadeiro paraíso… que rapidamente se transformou… num inferno…
Passo a explicar:
Pouco depois de ter chegado, um bando de matarroanos instalou-se mesmo ao lado da minha tenda. Parecia a invasão das baleias à terra… Cada brutamontes que a cada passo que dava fazia tremer o chão (Não vou desenvolver esta parte porque eu facilmente me enquadro no segmento dos brutamontes que fazem tremer o chão por causa da minha proeminente pança…adiante…). Isto não constituía problema por si só… o problema era o comportamento desta malta. Quando iam para a piscina, era como se fosse uma reconstituição do filme Moby-Dick. Lá estavam 5 ou 6 marmanjos, acompanhados das suas miúdas, capazes de provocar um maremoto, a lançarem-se para a piscina como se não houvesse amanhã, fazendo com que toda a água da piscina transbordasse…
Por mim, tudo bem, não fossem as ondas capazes de levar um surfista à exaustão e a camada gordurosa, que não tinha explicação possível que se formava na água após o grupo sair dela. Outra coisa catita, eram as toneladas de areia que ficavam no fundo da piscina, pois os energúmenos não se passavam no chuveiro antes de se lançarem às águas da piscina… bem… que terror…
Quando eu pensava que as coisas não podiam piorar, dei de caras com três deles, nos tanques de lavar a roupa do tal parque, a encher preservativos e balões com água, dando sonoras gargalhadas e esperneando de prazer. Depois de cheios, usavam os balões para se molharem uns aos outros, de um jeito que nem nas crianças seria compreensível… e quando molhavam um dos companheiros, soltavam gargalhadas abixanadas, daquelas que se só o Castelo Banco seria capaz de soltar… enquanto dois deles riam dessa forma, o outro fugia dando passadas estranhas, como se se equilibrasse num arame de circo e com a barriga muito encolhida e o peito muito esticado, como se conseguisse fugir melhor da água que os outros arremessavam.
Enfim… coisas que me deixam agastado…
Mas depois o grupo acabou por se redimir, após uma disputa cantante em que o meu grupo e o deles cantou ao desafio, e vieram oferecer-nos um pouco do bolo de aniversário de um dos moços que lá estava.
Tudo acabou bem, e eu pensei que alguns daqueles momentos, seriam o pior das férias… Não podia estar mais enganado… Isto porque depois fui para a praia e vi aquele que é o maior flagelo da costa portuguesa… Homens a usar tanga…
Coisas capazes de originar pesadelos e urticária num homem crescido…
Eu não consigo entender porque raio é que os homens usam tanga… será que são obrigados? É que eu não vejo outra explicação… É que uma tanga, é um pedaço de tecido estupidamente justo, e em alguns casos com cores berrantes e ofuscantes… Para que percebam, um dos senhores que lá estava, tinha uma tanga tão apertada, mas tão apertada que conhecia-se a uma distância mínima de
Mas quem é que começou essa moda das tangas nos homens? Nas miúdas tudo bem, é bonito de se ver, é sexy, faz o conjunto do bikini, mas nos homens fica ridiculamente estúpido.
Bem, mas depois de perguntar a Deus durante 5 minutos seguidos, que mal tinha a humanidade para que existissem as tangas masculinas, apercebi-me que o homem e a família tinham abancado atrás do pára-vento para uma jogatana de cartas.
“Enfim sossego”– pensei eu… não podia estar mais enganado… Não tinham passado mais que 5 minutos quando comecei a ouvir uma senhora do tal grupo, possivelmente a esposa do senhor da tanga a proferir as seguintes palavras, as quais informo desde já que são ofensivas:
“Seu cabrão, atão tu jogas-me a manilha, filho da puta? Caralho te foda, tás com atenção a outras coisas, mas é…”, “Joga lá oh xoné”, “Um caralho me foda se eu percebo o como tu jogas… Caralho!”, “Ai fodasse, que jogada de merda”, “Joga caralho, olha menos e joga mais pingusso”
Agora que escrevi muitas asneiras e que tenho quase um parágrafo inteiro sublinhado a vermelho pelo Word por não reconhecer as palavras, acho que é suficiente. Aconteceram mais coisas giras nas férias, mas por agora conto apenas estas.
Fiquem bem, boas férias para quem ainda as tem ou vai ter.
Abraços e beijos a quem de direito…
quinta-feira, 11 de agosto de 2005
Aí vai molho! [Post sujo...]
Alguém me pode dizer para que raio serve a diarreia?
Todos podemos estar de acordo em algumas coisas no corpo humano: os pulmões servem para nos dar ar, o ar contém oxigénio e nós precisamos de oxigénio. Por outro lado, no fígado, filtra-se tudo o que é impureza e destila os líquidos portadores de álcool. Tudo ok até agora. As pessoas urinam para expulsar os líquidos em excesso e para retirar alguns nutrientes e compostos, alguns que vêem do, já anteriormente referido: fígado; As pessoas defecam para expulsar os restos do que ingerem de uma forma sólida. Tudo bem na mesma.
Posto isto eu pergunto: QUE FIZEMOS NÓS DE MAL À MÃE NATUREZA PARA EXISTIR A DIARREIA? HÃ?
Para os que não estão a ver bem o que isto é, eu explico: Diarreia é quando o nosso organismo se engana e num capricho de pânico, mistura as coisas e praticamente nos põe a mijar pelo cú… Não há uma maneira suave de dizer isto, por isso perdoem-me estas palavras.
Ora, por que outro motivo o ser humano passa pela humilhação de ter que praticamente urinar pelo rabo? Hã? Sim, porque algumas vezes a consistência da chamada caca é de tal modo líquida que pode mesmo ser confundida. Tudo não passa de um capricho.
Eu tenho uma teoria para isto. A natureza andava chateada com a humanidade e resolveu colocar um dispositivo denominado de confundideira. Quando ligada, o ser humano passa a ceder aos caprichos da mãe natureza e expele os restos do que come sobre a molenga, desfeita e fedorenta forma de líquidos ou papas como lhe queiram chamar… é degradante…
Parece que estou a ver a mãe natureza a rir-se e a mandar através dos nossos intestinos a mensagem: “Comeste coisas esquisitas, agora aguenta-te com esta!” e PAMMM, o ser humano não sente outra coisa que não os olhos a esbugalhar, as pernas a tremer e os intestinos numa rebaldaria de sons e sensações capazes de deixar qualquer um à beira de um ataque de nervos.
Isto leva-me a reflectir sobre os pensamentos do chamado esfíncter, quando vê aproximar a alta velocidade um carregamento de diarreia: “Ai e tal… fiu fiu fiu fiu” (isto é um esfíncter a assobiar na sua vidinha) “e não sei quê… Alto, quem vem lá? Hã? Quem? Hã? Ohhhhh… Oh pah… Olha aí, pah! Olha que estás enganado, líquidos é para o outro lado… Olha aí, não empurres, olha que ainda se escapa qualquer coisa… olha aí caraças… ai que me estão a sujar todo… xi… está um cheiro que não se pode… Ahhhh…. Ai que dor… ai… dor… dô… AHHHHHH fósgasse, não aguento mais… AHHHHHHHHHHH… Não me pagam para isto!” e pronto, são estas as últimas palavras antes de haver matéria orgânica a escorrer pelas pernas e por todo o lado…
Enfim… Cuidado com o que comem…
Abraços e beijos a quem de direito…
terça-feira, 9 de agosto de 2005
“Aspirar a casa dá-me cá umas tonturas, rico! Ai e tal… ai…”
Quem nunca viu aqueles anúncios aos aspiradores milagrosos, que fazem milagres? Verdadeiras maravilhas da ciência tecnológica e instrumentos diabólicos de limpeza, com um poderio tão avançado, que permitem que uma dona de casa possa realizar, todo o trabalho de saltos altos e com uma produção digna de uma festa da Lili Caneças. Aliás, penso que o modelo para estes anúncios é mesmo a Lili… Ou será a Paula Bobone? Uma delas deve ser…
Bem, mas para ser mais específico: Já viram aqueles anúncios do Vaporeto Titanium ou qualquer coisa do género que mostra um aparelho com 1000000000000 funcionalidades e mecanismos que não só aspira, como lava, seca, faz o lanche, parte carne aos cubos, encomenda legumes, muda a fralda às crianças, leva o cão a passear, e um infindável número de outras operações que eu agora não recordo. Ah, belas máquinas. Mas essas máquinas não possuem todas essas opções para facilitar as limpezas, não, as funcionalidades estão lá apenas com um objectivo: permitir às donas de casa fazer todo o tipo de limpezas na casa sem tirar os sapatos de salto alto, as saias travadas de seda vermelha do Burkina Faso, mantos de pele genital de andorinha um chapéu digno de rivalizar com os ninhos dos papagaios verdes de Aiuruoca na costa Brasileira.
Enfim… estas senhoras fazem tudo por parecerem chiques, mesmo nas limpezas… em entrevista à uns tempos a um jornal local, uma delas fez revelações bombásticas que eu passo a transcrever:
“- Então a senhora realmente usa todas as 1000000000000 funcionalidades desta máquina e mesmo assim consegue não se confundir e manter essa postura magnifica e esse sorriso bondoso?!
- Oh rique eu realmente uso estas funcionalidades todas, dá-me muito trabalho perceber o que cada uma delas faz, mas eu uso-as. Quando à postura, isto foi porque eu caí quando estava ali a arrumar as coisas e um dos tubos ficou totalmente enfiado no meu rabo, de modo que estou assim neste estado, mas não me importo porque fico com as coisas direitas e assim como assim sempre tenho algum prazer, e tal… quando ao sorriso, são gases, quer ver? FRRRRUUUUUUAAAAAAAAAAAAA”
E assim vai o mundo das limpezas e das máquinas diabólicas de limpeza…
Outra coisa… quantos de vocês permitiriam que uma senhora, no meio de um hipermercado vos cortasse a roupa ao meio com uma tesoura? É que a Vanda Miranda faz isso a uma senhora e ela fica encantada da vida…
A tudo isto eu tenho a dizer o seguinte: QUEM É QUE TEM ESTAS IDEIAS ESTÚPIDAS? HÃ? Fósgasse…
Abraços e beijos a quem de direito… cuidado com os canos de aspirador espalhados pela casa…
quinta-feira, 28 de julho de 2005
É um cafézinho faxabore!
Mas que raio é afinal o café para ser tão apreciado? Alguém me pode dizer? Alguém consegue explicar porque é que a humanidade em geral nutre tão tresloucada paixão por um líquido que não é mais que água de lavar um pó castanho?
O pessoal faz questão de ir ao bar e pedir um café. E lá vem uma chávena minúscula, meio cheia com um líquido acastanhado e cheio de borras que ,momentos antes, tinha estado a lavar alegremente o pó de café. A malta toma aquilo e pronto, é o céu na terra! Mas porquê?
Não vejo as pessoas a beber litros e litros de água com detergente depois de lavar o chão da casa! No entanto o método é o mesmo. Pega-se em água, passa-se a água em algum lado (neste caso o chão) e pronto, é o mesmo que um café... às vezes até pode ficar castanho.
Ainda houve quem tentasse disfarçar um pouco a coisa, e inventaram o chá… mas o chá não passa de um disfarce, é exactamente a mesma coisa! Pega-se numa planta qualquer esquisita, muitas vezes cheia de espinhos ou restos de defecação de pássaros e junta-se água quente… para lavar, obviamente e pronto, bebe-se alegremente...
“Ai e tal e não pago propinas que isso é caro… e não sei quê… e tal…” – no entanto, quando chega a hora de pagar 50 cêntimos por um líquido castanho e
Enfim… Gosto de café… Na verdade tomava um agora se tivesse, e tenho aqui 50 cêntimos destrocados… ai…
Abraços e beijos a quem me pagar um café!
sexta-feira, 22 de julho de 2005
Para que raio serve a pança? Hein?
Inquieta-me porque é que uma pessoa comendo ou não demais, acaba por ganhar pança… é certo que não são todos, mas que as há, há!
Eu acho que na verdade Deus queria que nos lembrássemos que fazemos asneiras e por isso instalou a chamada barriga 1.1, que é tradicionalmente conhecida pança, que não passa de uma barriga de armazém.
Há quem diga que serve para armazenar gordura para o frio e as épocas de privação… que parvos… eu se tiver frio cubro-me com um cobertor, não puxo as bordas das banhas da pança para o resto do corpo… catano… eu tenho pança e tenho frio… algo está errado!
Outros dizem que serve de armazém para energia, quando o corpo precisa de gasolina… esta ainda é mais parva… eu quando faço muito esforço (sim, ocasionalmente eu faço esforço) a pança não diminui nem aparece nenhuma luz de reserva… e se assim fosse, nunca ficaríamos cansados… quando estivéssemos cansados, portanto sem energia, o corpo retiraria de imediato um quilo de banha e transformava em combustível pronto a usar. Desta forma sim, seria eficaz esta coisa de armazém de energia, mas isto não se passa assim, logo é parvo!
Teria muito mais lógica, já que o corpo humano vem equipado com um sistema de detecção de apetite, que a pessoa comesse, os nutrientes necessários fossem absorvidos e pronto, o resto era despachado para o esgoto… Mudaria o número de vezes que uma pessoa normal ia ao WC, mas de qualquer jeito grande parte dos seres humanos usa o WC como desculpa para deixar de trabalhar um pouco, assim teria razões válidas para tal.
Enfim… continuo à espera de uma explicação válida para o raio da pança… como é que isto se tira, dá para desencaixar?
Abraços e beijos a quem de direito…
quinta-feira, 21 de julho de 2005
O tão esperado: Toque rectal!
“Senhor Orlando, não se importa de fazer força com os braços na marquesa que eu preciso de lhe enfiar vigorosamente este tudo de 10cm de diâmetro pelo cu acima?”, “Ai que me rebentou com as hemorróidas, sô doutor”.
Esta é uma das situações que eu pressuponho que podem acontecer num exame médico vulgarmente conhecido como toque rectal.
E é disto que eu vou escrever nas próximas linhas, um verdadeiro exercício imaginativo e especulativo com recurso a expressões de horror e instrumentos de tortura que servem apenas e só para fazer diagnósticos, mas quando um homem está com o rabo espetado para o ar não fazem mais que reduzir o mais corpulento e forte condutor de camiões a um mísero e sodomizado Castelo Branco…
Isto é o que eu penso que se deve passar numa consulta destas:
“Sôr doutor, ai e tal e eu vinha aqui, porque prontes… porque… e tal… como lhe disse na primeira consulta e não sei quê… porque me dói muitos os intestíncios e tal e custa-me muito a arriar o calhau e o camandro. Eu já não aguento mais! Era a ver se o doutor me passa uns medicamentos para isto e o catano!” – Diz o Orlando com a voz tremida.
“Pois bem senhor Orlando e tal, o senhor tem as análises e os exames que o mandei fazer na primeira consulta?”
“Pois… Eu tenho… Pegue lá…” – Ainda com a voz tremida, mas com a firmeza de quem espera estar bem de saúde.
“Pois é senhor Orlando, eu acho que vamos ter que fazer aqui um exame especial para ver se descobrimos porque é que o senhor já não caga nem mija à 15 dias. Venha comigo para aquela sala ali fazer o exame.” – Ordena o médico, enquanto se dirige a um armário com a inscrição «Luvas, fatos de mergulho, galochas e afins»”
“Mas que exame é senhor doutor?” – Pergunta o Orlando temendo a resposta.
“Eu já lhe explico senhor Orlando, vá ali para aquela sala, dispa-se e deite-se naquela marquesa, de barriga para baixo e com as mãos a agarrar aqueles ferros à frente” – Dizia o médico enquanto calçava uma luva de borracha azul que lhe dava até ao ombro, perante o olhar vidrado do Orlando. “Já!” – Ordenou!
Bem, nesta altura o Orlando entra em pânico, começa a ficar amarelo e quase desmaia ao entrar na sala e ao ver um conjunto inacreditável de pinças, tubos, formas fálicas, braços mecânicos, focos, holofotes, empilhadores com garfas penianas (seja lá o que isso for) e uma marquesa estranha que lhe permitiria ficar confortável enquanto estava de rabo espetado no ar.
Bem, o médico já com as luvas calçadas inicia o seu exame, escolhendo para perto dele alguns instrumentos de grande diâmetro e comprimento, dispondo-os numa mesa bem à vista do paciente Orlando que se mostra impaciente e desconfiado.
Parece que estou a ver o médico a pegar num tubo e a apanhar balanço, enquanto diz: “Senhor Orlando, não se importa de fazer força com os braços na marquesa que eu preciso de lhe enfiar vigorosamente este tubo de 10cm de diâmetro pelo cu acima?”, e zumba (parece-me um bom verbo para o caso) enfia-lhe o tubo ao que o paciente diz: “Olhe aí, já me rebentou com as hemorróidas, caraças!”
E depois disto, devem seguir-se um conjunto alargado de sevícias, esgares e rasganços com objectos estranhos e dedos e pulsos enfiados…
Depois da consulta e do médico ter descoberto que o Orlando apenas sofria de prisão de ventre de tal modo grave que lhe impedia de urinar, manda o homem embora.
O Orlando, temendo ser descoberto pela sociedade ao sair do consultório com um andar novo e ainda com um dos tubos preso no traseiro, resolve sair pelas traseiras do consultório e passa 15 dias em pé sem se conseguir sentar, e a lembrar uma das frases que mais o marcou durante o exame: “Senhor Orlando, vou ter que lhe meter estes três ferros pelo cu acima para alargar mais isto, porque não encontro o meu relógio…”
Nem sei que mais escreva… estou muito assustado…
Um abraço distante a todos os Orlandos deste mundo…
terça-feira, 19 de julho de 2005
Preparação para a dissertação sobre toque rectal.
A certa altura, diz para o médico: Cuidado sr. doutor que me está a magoar com o anel...
Diz o médico: - Com o anel? Eu nem sequer tenho anel, só se for com o relógio...
Que museca vunita!
O que se podia dizer desta maravilha da música se ela fosse escrita em português?
UUUUUUUU
Tão sedutora…
[Cinquenta cêntimos]
Eu levo-te à loja dos rebuçados,
Eu deixo-te lamber o meu “chupa-chupa”,
Força moçoila, não pares,
Continua até chegares ao osso (woah)
[Olívia]
Eu levo-te à loja dos rebuçados,
Oh rapaz, se tu provares o que eu aqui tenho
Vou gastar tudo o que tens
Continua até chegares ao ponto… (woah)
[Refrão]
Podes tê-la à tua maneira, do jeito que gostas,
Queres puxá-la para trás ou queres que eu empurre mais?
A temperatura sobe, vamos para o próximo nível
Os dois na pista de dança, quentes como uma malagueta.
Eu parto-te toda moça, sabes que é fácil
Se tu és ninfomaníaca, eu sou tarado,
Seja no hotel ou na pensão
Na praia ou no parque, é onde tu quiseres
Eu tenho o meu pau mágico, sou um machão
E os teus amigos fazem claque.
Queres mostrar-me como isto funciona bebé?
Anda para cima de mim como uma cavaleira
Sou uma estação molhada que se tornou nesta merda,
Depois de armares a tenda, podes brincar com o meu pauzinho
Eu estou a tentar explicar-te
Como me podes derreter na tua boca e não nas tuas mãos…
Abraços e beijos a quem de direito…
P.S.: Está para breve o exercício de especulação que me vai levar a escrever sobre hemorróides e toque rectal…
sexta-feira, 15 de julho de 2005
A velocidade do pensamento...
Pois eu tenho apenas a dizer que: O pensamento não é a coisa mais rápida do mundo, nem sequer a luz é a coisa mais rápida do mundo. Ainda ontem à noite me deu uma caganeira tão grande que nem tive tempo de pensar nem acender a luz, caguei-me todo!º
Não vos abraço nem beijo porque tenho que me ir lavar por baixo...
quinta-feira, 14 de julho de 2005
Coisas divertidas para fazer no verão... (ou não...)
No seguimento do post anterior, deixo aqui um conjunto de sugestões para se divertirem e rirem um bocado, e quem sabe serem presos...
- Pede emprestadas umas cuecas do bikini fio dental da tuavizinha que pesa mais ou menos
- Convida todos os teus amigos para uns mergulhos na piscina e enquanto lá estiverem farpa-te descontroladamente, e urina da prancha de salto…
- A meio de uma tarde em que estejas a trabalhar para o bronze, vai comprar um gelado e mesmo que ele caia no chão, dá uma sopradinha para sacudir a areia e depois oferece aos teus amigos…
- Vai tomar banho nu em plena época balnear, numa zona concessionada e cheia de turistas e quando fores chamado à atenção pelo salva vidas, diz que um tubarão te comeu a roupa e sai a correr pela praia em pânico…
- Leva revistas de mulheres nuas para a praia e aproveita a tenda armada para fazer buracos na areia…
- Quando tiveres vontade de ir urinar, corre até à água, mergulha e coloca a cabeça fora da água. Começa a urinar enquanto vês o teu grupo de amigos a vir para junto de ti, todos sorridentes e a comentar, a água está tão quentinha aqui, e disfarça a cara de nojo enquanto um deles faz o chamado “repuxo” com a boca cheia de água e tal...
- Olha com cara de espanto e escândalo para os vizinhos do lado que não te deixaram dormir a noite toda, devido ao barulho que faziam enquanto tinham as chamadas “relações sexuais” e repete as seguintes frases disfarçadamente “Ai que gostoso”, “Ai e tal, ai Jazus” e “E tal e tal e ui que bom e não sei quê…” só para os envergonhares.
Bom, e deixo aqui o réptil para que escrevam coisas divertidas que todos podemos fazer para nos divertirmos à grande… e tal…
Abraços e beijos a quem de direito…
Planeamento de férias…
Caros amigos e hordas de cibernautas que lêem isto, é chegado o momento de publicar o guia prático de preparação para as férias. Este é o momento certo, porque 35% do país irá de férias no próximo fim de semana, 45% fica a pensar que vai a seguir, 10% prepara-se para não fazer nada enquanto os outros estão de férias, 8% não pensa nas férias, pois no desemprego isso não existe e 2 % responde “No comprendô” a perguntas sobre as férias.
Enfim, adiante com estas estatísticas, vou então descrever o que normalmente se passa com o tradicional TUGA na preparação e início de férias, para que possam planear as vossas, ou pelo menos ficar com umas luzes sobre: como armar confusão.
Como já tinha decidido que ia de férias para o campismo numa praia do Alentejo, certifique-se que tem tenda para toda a família e que ainda assim, todos cabem dentro dela. Como já não a usa desde os seus tempos de juventude, à mais ou menos 4958 anos, lembre-se de a lavar bem e de raspar com vigor na zona que vomitou, da última vez que passou uma noite com os seus amigos amantes da natureza e da bebida, na borga.
Limpe o pó: da mala de viagem, do saco de campismo, da caixa com o material de diversão para as crianças e da sua sogra. E coloque-os organizadamente na casa: mala de viagem em cima da sanita, saco de campismo e respectivos adereços no corredor, tenda no microondas (para secar rápido), brinquedos na máquina de lavar roupa e a sua sogra junto à porta de entrada, para o caso de se esquecer dela.
Eis que é chegado o dia. Pegue na lista que andou a preparar nos últimos três dias e certifique-se que tem toda a cerveja, coiratos e bolos de bacalhau que precisa. Enerve-se com a tenda que não cabe dentro do saco que serve para a arrumar e por fim desista e meta-a dentro de um saco do lixo bem amarrado.
Embrulhe todo o material e meta-o na mala do carro, não esquecendo de deixar um espaço bem visível para que se veja o colete reflector que tem vestido no banco do carro.
Meta toda a família no carro e siga viagem. Volte atrás para buscar a sua sogra que ficou esquecida à porta de casa. E siga novamente viagem enquanto que grita em voz alta o nome dos artefactos que lhe farão falta enquanto que toda a gente diz: “Suim” enquanto come batata frita e deita migalhas nos bancos que tanto trabalho lhe deram a limpar.
Durante a viagem não se esqueça de ir parando periodicamente para limpar o vómito que o seu filho mais novo vai despejando no banco e nos tapetes. Entre ao despique com um homem que conduz um Fiat 127 verde-alface só porque o apanhou numa localidade a conduzir a
Após chegar ao destino de férias e a ter limpado a urina dos bancos do carro e ter deitado fora as 3 garrafas que os seus filhos ainda tentaram usar para urinar, vá para a sua tenda que mais parece um aglomerado de ferros coberta por um pano roto em alguns locais estratégicos, e mude de roupa. Vista os seus melhores calções, aqueles tipo tanga, que lhe são apertados que a sua voz se altera como se tivesse novamente 15 anos e que por serem tão apertados deixam pelo menos um dos testículos de fora, e vista também a sua t-shirt preferida, que tem umas palavras giras em inglês, as quais não sabe o que significam – “Gay pride, be yourself!” e vá para a explanada do parque de campismo, beber minis, comer coiratos e mandar piropos às veraneantes e travecas que se cruzam consigo enquanto coça descaradamente o tomate que está de fora…
Bom, parece-me que com este meu relato têm tudo para as vossas férias. Divirtam-se.
Abraços e beijos a quem de direito…
segunda-feira, 11 de julho de 2005
Consulta ginecológica...
Muitos homens já se questionaram sobre os mistérios das consultas de ginecologia das mulheres. Tirando os poucos que são médicos e um ou outro que é autorizado a assistir às consultas, nenhum homem conhece os segredos destas consultas.
É por isto, que num exercício de especulação total eu vou relatar o que eu penso que é uma consulta de ginecologia (neste caso, a primeira consulta de uma jovem de Galafura).
A rapariga entra no consultório e pede para ser consultada. Depois de responder a um questionário, é chamada a entrar no gabinete da médica, e depara com uma parafernalia de instrumentos, pingarelhos e forma fálicas que a deixam ainda mais nervosa.
A médica cumprimenta-a e faz uma piada difícil de entender sobre um dos armanhos mais estranhos do qual a moça não tira os olhos, e depois começa a conversa propriamente dita, em que a médica deve fazer um conjunto de perguntas tão complicadas e tão incomodas que ela muda de cor trinta vezes em cada uma delas…
Depois segue-se a tradicional frase/ordem capaz de criar uma expressão de terror tal que deixa as mulheres em pânico: “Dispa-se e deite-se na marquesa!”
Mas o que é certo é que neste caso, resulta. Em mais nenhum outro caso que não no médico, a expressão anterior tem resultados. Um homem não chega perto de uma mulher num centro comercial e diz-lhe: “Dispa-se e deite-se ali que eu já lá vou”, porque possivelmente vai levar uma facada no bucho que nunca mais se mete com ninguém.
Bom, depois de se despir, meio envergonhada, a mulher deve ver-se confrontada com a experiência de se posicionar na cadeira/marquesa com as pernas escanchadas e na posição de peru assado, à mercê do mundo.
Depois dos preparativos, resta a consulta
“Está um lindo dia hoje?”, “Ora deixe-me cá examiná-la com este tubo de meio metro de comprimento”, “Oh sôra doutora, faça lá isso outra vez…”, “Ai Zazus”, “Pois é, pois é…” ou então “Ai e tal e não sei quê, e você ainda é jovem e tal…”
Eu imagino o constrangimento que deve acontecer nestas situações… E pronto, cá fica registada a minha especulação sobre o que será uma consulta de ginecologia.
Lembrei-me de especular também sobre um homem que vá ao médico fazer um “Toque rectal”… Mas isso é demasiado assustador… ARGH…
Este post deixou-me impressionado, não há abraços e beijos para ninguém…
terça-feira, 5 de julho de 2005
Música nos caracóis 2
Achei que era importante, depois do magnífico espectáculo de ajuda (ou perto disso) Live 8, dedicar mais um post à magnífica dinâmica da canção.
Por isso, no seguimento do post anterior, vou pois esmiuçar um magnânime sucesso, que dá pelo nome “Burbujas de amor” do Juan Luís Guerra.
Para criar ambiente, imaginem-se num arraial de verão, a olhar para o palco, enquanto o Marante canta o seguinte:
Mutilado de esperança e ranho
Tenho um coração que acorda cedo como o caraças
Ai ai ai ai ai!
Este coração
Despe-se de impaciência, quando te ouve
Pobre coração
Quer apalpar a tua gordura.
Para tocar o teu nariz e conquistar-te
Havíamos de fazer borbulhas de amor por onde queiras, ohhhhh
Passar a noite inteira,
A martelar em ti.
Um destes dias vai aparecer por aqui a música do Eros Ramazzotti – Un´altra te.
Abraços e beijos a quem de direito…
segunda-feira, 27 de junho de 2005
Música nos caracóis...
A minha questão é: Chamam pimba a umas canções com uma letra… hammm… estranha… mas alguma vez se deram ao trabalho de ver o que os outros lá fora escrevem?
É que eu resolvi pegar numa ou outra canção, das mais conhecidas e mais reproduzidas por todo o mundo e traduzir para ver o que dava…
O resultado será exposto de seguida, e nem sei o que vos diga… acho que o pimba português seria muito bem aceite no estrangeiro… depois de uma bela tradução para a língua inglesa.
Alto, mais alto que o sol
Disparaste-me de uma arma
Preciso que me mandes para aqui.
É a órbita das tuas ancas
Eclipse, tu elevas a minha alma.
Tenho vivido como uma toupeira
A ir para baixo caraças, escavação!
Mais alto agora, no céu
Fazes-me sentir como se pudesse voar
Tão alto caraças, elevação!
Abraços e beijos a quem de direito…
terça-feira, 21 de junho de 2005
Arrastões e assaltos na praia e nos comboios...
Quando toda a gente se queixa dos arrastões, eu acho que é importante defender os pontos de interesse deste tipo de actividades.
“Ai os arrastões e não sei quê… e uma pessoa fica sem nada e tal… e até a roupa nos rouba e mais não sei o quê…” – TRETA! É tudo uma grande treta.
Vamos cá ver. Se não são estas coisas, que tipo de animação é que uma pessoa tem na praia? Estar horas e horas deitado, a ficar vermelho como uma lagosta, com areia nas virilhas e em tudo quanto é lado, deitado ao lado de poias que os cãezitos largam e ao lado do amontoado de lixo que a família Moinâncio deixou é aborrecido. Ao menos quando há aquilo a que eu chamo o assalto comunitário, as pessoas ainda se divertem e saem da monotonia. Sim, porque aquilo é um tal de apalpar a vizinhança… “Ah e tal, roubaram-me o telemóvel e a carteira… mas aproveitei para passar a mão na Cátia Vanessa, e nem me importei. Ainda lhe roubei a carteira com as bolachas, o fio dental e o livro das palavras cruzadas!”
E no comboio… É pah, as pessoas adormecem no comboio. Um homem presta-se a figuras ridículas como a de adormecer encostado à janela e acordar devido a um pequeno RONCK de ressonar, com a boca aberta e baba a escorrer pelo pescoço abaixo, perante os olhos esbugalhados da morena mais bela da região que calhou de se sentar mesmo à sua frente… É contra isto que os assaltantes actuam. Vão lá, agridem umas quantas pessoas, roubam-lhes tudo e ainda se vão embora a rir, para que o pessoal que vai no comboio não adormeça…
Sinceramente… ninguém explica estas coisas e as pessoas pensam que aquilo é mesmo coisa de gangs organizados que andam no gamanço e no crime organizado…
Enfim…
Agora se me dão licença, eu vou esconder-me que estou a ver uma traineira a fazer um arrastão à sardinha…
Abraços e beijos a quem de direito…
segunda-feira, 20 de junho de 2005
ROAAAACCCCKKKKKK
As coisas estranhas que eu vejo...
Quando ia para o carro para ir almoçar, ia uma senhora na estrada à minha frente uns
Alguns milésimos de segundo depois, ainda sem se ter apercebido que eu estava por perto, ela virou um pouco a cara para o lado e tentou cuspir o material acumulado na boca.
O que se seguiu foi assustador. Ela expulsou uma nhanha que ficou pendurada na boca, enquanto ela fazia golpes de cabeça para que ela se despegasse da boca, até ao ponto de, em jeito de remate, levar os dedos indicador e polegar à boca e pegando com as pontas dos dedos na langonha a arremessar para o chão…
Enfim… as coisas que eu vejo…
Agora se me perdoam tenho que ir ali grumitar…
Abraços e beijos a quem de direito…
sexta-feira, 17 de junho de 2005
Coisas estranhas acontecem no mundo da música...
Depois de uma pausa semi-forçada devido a excesso de trabalho, cá estou eu para vos atormentar.
Para uma retoma de arromba, quero partilhar convosco umas músicas capzes de vos deixar no mínimo assustados...
O que aconteceria se o Eminem fosse atropelado por uma orquestra de Polka e pelos Mendes Harmónica Trio? - http://www.zen6818.zen.co.uk/mashups/djnono/DJNoNo-Just_Lose_the_Accordion.mp3
Já viram o filme "The Stripper"? Conhecem o Michael Jackson? Imaginem que era ele agarrado ao varão de Strip a cantar "The Way You Make Me Feel"... - http://www.zen6818.zen.co.uk/mashups/djnono/djnono_stripperjackson.mp3
Abraços e beijos a quem de direito...
segunda-feira, 30 de maio de 2005
Como se festeja a vitória na Taça de Portugal!
Ora bem, primeiro que tudo é importante ir ao baú e retirar debaixo das roupas dos anos 70 o cachecol, a t-shit e a peruca afro. Depois coloque tudo a arejar para perder o cheiro a mofo e naftalina.
De seguida, arrume o seu equipamento do SLB e equipe-se a rigor com o do Vitória. De seguida, escolha um método para se dirigir ao estádio. As possibilidades são: A pé, de cacilheiro, de carro (sentado na janela a apanhar mosquitos, varejas e frio nas ventas) e também de transportes públicos.
Quando estiver nas imediações do estádio, deixe o seu transporte e dirija-se para dentro do estádio. Evite tropeçar nos adeptos vermelhos alcoolizados e ganzados da equipa adversária, que se comportam como se já tivessem ganho, de entre os quais se encontram os jogadores.
Chegado ao estádio, ocupe um lugar com a carapinha ao sol como os restantes 36 mil adeptos num estádio que devia ser o orgulho da nação, mas que é… é… é qualquer coisa que permite jogar. Prepare o creme bronzeador e vá limpando o suor com frequência. Aproveite e amarre-se bem ao banco para não ser arrastado pelo vento.
Festeje ruidosamente todos os golos, mesmo da equipa adversária que apesar de perder, será a que marca mais golos. Quando o jogo acabar, corra para os pontos de encontro dos adeptos da equipa adversária e apodere-se de todas as sardinhas, garrafões de vinho e Viagra que eles tinham de prevenção para festejar o jogo que iriam supostamente ganhar.
De seguida regresse à sua terra natal onde poderá comemorar e fazer o chamado amor com a sua companheira, porque já lá vão 38 anos desde a última vez…
No dia seguinte à conquista do troféu pela sua equipa, sente-se confortavelmente em frente ao sofá e veja as 3948 mil reportagens e filmagens repetidas do evento, e veja as figuras tristes dos seus amigos alcoolizados em frente às câmaras e já agora que está nisso, veja também as suas figuras tristes, enquanto saltava descontroladamente no meio da multidão e ia “apalpando” uma jovem 30 anos mais nova que você e da sua amiga que na altura parecia bem jeitosa, mas que agora descobre ter 80 anos e os seios a chegar ao umbigo.
Divirta-se…
Abraços e beijos a quem de direito, mesmo aos sadinos…
sexta-feira, 27 de maio de 2005
Socorro, está um cheiro que não se pode!
Olá a todos os que lêem isto (duas, três pessoas no máximo).
Lembrei-me de um tema que é capaz de interessar a todos e é mesmo de grande importância. Além disso é também um alerta para a ciência que terá uma palavra a dizer na resolução destes problemas.
Eu queria reflectir convosco sobre o que é que se faz quando se vai num avião e se tem um súbito e poderoso ataque de flatulência?
Sim, flatulência! O que é que se pode fazer num avião para resolver esta situação? Não se pode simplesmente pedir ao piloto para encostar com a desculpa que precisa de apanhar ar, para ir do lado de fora e gasear a atmosfera. Também não estou a ver uma pessoa a abrir uma janela enquanto diz “ – Está aqui abafado e tal…” e tosse insistentemente para disfarçar o barulho das bufas matreiras.
Mas estas eram as situações de disfarce, mas e se uma pessoa se farpa silenciosamente (mas de forma mortífera), ninguém vai saber na realidade quem foi, e vão passar o resto da viagem a olhar de maneira horrorizada para os parceiros de viagem, com o ar de quem diz: “Fósga-se, alguém está podre e pelo jeito que me olham, pensam que sou eu…”. Em tentativas de fazer perceber que foi outra pessoa, lança-se gritos de desespero para o ar dizendo: “Xiii c’a cheiro, quem se descuidou?”.
Há sempre a hipótese de ir ao WC, mas e se for impossível levantarem o rabo do banco sem soltarem uma torrente de gases intestinais? E se depois de irem ao WC o cheiro ainda vos persegue?
E nas viagens transatlânticas? Ui… nem quero imaginar… Deviam impor uma lei a todos os que planeiam viajar de avião. Tinham que fazer um tratamento antigases para evitar que as pessoas entrassem no avião antes da viagem saudáveis, e saíssem totalmente gaseadas e amarelas, com lenços a envolver as fuças.
Eu se fosse terrorista, não estava com essas mariquices de bombas, mísseis ou sequestros. Isso é roto. Eu se fosse terrorista trocava toda a comida, aperitivos e snacks por feijoada, comida muito picante e leguminosas, de modo a fabricar tanto gás intestinal nos passageiros que tinha que vir toda a gente de cabeça de fora e portas abertas para se aguentar no avião.
E vocês agora dizem: “Ah e tal, mas és mesmo parvo, não se podem abrir as janelas e portas num avião em pleno voo”. E eu digo-vos: “E? Isto também é para ter piada!”
Abraços e beijos a quem de direito…
segunda-feira, 23 de maio de 2005
Benfica campeão! Hora da festarola!
Primeiro que tudo, como benfiquista que sou, deixem-me dar os parabéns ao Benfica pela conquista do campeonato.
Agora vou ensinar-vos alguns métodos para melhor festejarem esta grande vitória encarnada.
Método 1: Saiam das vossas casas com as caçadeiras na mão e desatem aos tiros para o ar. Assim desenferrujam a vossa Winchester que compraram para impressionar o vosso sogro e convencê-lo a deixar-vos casar com a filha. Também estão deste modo a substituir o fogo de artifício e a avisar os vossos vizinhos que estão armados até aos dentes.
Método 2: Vão à arrecadação e tirem o cachecol, camisola e cuecas do Benfica do baú das antiguidades, sacudam bem a naftalina e deixem arejar antes de vestirem a indumentária. Logo depois, pavoneiem-se por todo o lado, gritando palavras de ordem como: “Somos os maiores!”, “SLB, SLB, SLB, SLB, SLB, Glorioso SLB, Glorioso SLB”, “Comia-te essa c*** toda, OLÉ! OLÉ!”, “É o Benfica que manda aqui”, “Pi pi pipipi pipipi pi pipi” (Esta última resulta melhor, se forem um carro).
Método 3: Metam a família inteira no carro, abram o tejadilho e as janelas e dirijam-se para o arraial mais próximo. Conduzam que nem maníacos, buzinando sempre que algum carro, pessoa, gato ou fardo de palha se aproxime, e vão gritando: “Somos os maiores!”, “SLB, SLB, SLB, SLB, SLB, Glorioso SLB, Glorioso SLB”, “Comia-te essa c*** toda, OLÉ! OLÉ!”, “É o Benfica que manda aqui”, “Oh bouaaaaa!”
Método 4: Peçam boleia a um colega com o tejadilho e as janelas do carro abertos, e sentem-se confortavelmente na janela. Depois sorriam compulsivamente e gritem, enquanto o vosso amigo conduz a alta velocidade e apita. Chegados ao destino da festarola, cuspam os 324 mosquitos, as 67 moscas varejeiras, os 7 moscardos e as 5 abelhas que engoliram na viagem com a cabeça de fora. Raspem também as melgas do cabelo, da cara e dos pelos do peito.
Método 5: Agarrem-se de imediato a uma grade de bejecas ou caixa de champanhe, e bebam até que o coma alcoólico se instale, e depois acordem no hospital rodeados de soro, clisteres e algálias. Vomitem em cima das enfermeiras e puxem os genitais ao médico que vos está a meter uma sonda gástrica, enquanto tentam gritar: “Somos os maiores!”, “SLB, SLB, SLB, SLB, SLB, Glorioso SLB, Glorioso SLB”, “É o Benfica que manda aqui”.
Método 6: Tentem disfarçar o grande interesse ao verem a sensual namorada do vosso melhor amigo em top-less com um seio pintado de vermelho e o outro de branco, enquanto salta descontroladamente agarrada às suas 16 amigas de curso, também elas em top-less e com os seios ornamentados.
Método 7 (Radical): Vistam a farda benfiquista, usem desodorizante para disfarçar o ainda intenso cheiro a naftalina e vão para a Avenida dos Aliados no Porto. Coloquem o capacete, as cotoveleiras, as joelheiras e o colete de protecção lombar e esperem para serem espancados por um grupo de adeptos do FCP que não percebe o conceito de convívio e acha que é melhor aviar à paulada.
Bem, acho que já vos dei algumas ideias para se divertirem muito. Aproveitem e divirtam-se. Já agora, levem tempero para os insectos se forem andar de carro.
Abraços e beijos a quem de direito e aos benfiquistas…
quinta-feira, 19 de maio de 2005
Banda sonora vencedora...
Hoje queria reflectir sobre outro flagelo do mundo actual, pelo menos deste nosso pequeno país cheio de problemas que é Portugal.
Estou obviamente a falar sobre a música ambiente dos hipermercados… já prestaram atenção às atrocidades que sofremos num hipermercado? Minutos e minutos que podem mesmo chegar a horas, a ouvir Pan Pipes, Delfins, UHF ou Michael Bolton… meus amigos… isto nem seria muito mau, se eles fossem passando estas músicas aleatoriamente. Mas o que é facto, é que quando é para tocar Pan Pipes, são horas e horas de pífaros marados a esmifrar música que supostamente nos devia deixar calmos e serenos, mas que na verdade, conjugado com o stress que é habitual nestas grandes superfícies, deixa-nos perto de ter uma crise de nervos terminal.
Está uma pessoa descansada ali a analisar preços, para ver qual dos packs de tremoços é que há-de levar, e começa um gajo a cantar-nos ao ouvido: “Na baía de Cascais… lai lai lai”. ARGH!
Para quando uma banda sonora de hipermercado com Ramp ou Tenacious D? Para quando uma rockalhada daquelas de deitar as prateleiras abaixo, e pôr todos os clientes ao moche? Isso sim, música que se devia ouvir num hipermercado… não? Hã? Que acham? Hã? Hein?
Se têm ideias giras para música de hipermercado, escrevam-nas aqui, só para o caso de eu algum dia precisar.
Abraços e beijos a quem de direito…
segunda-feira, 16 de maio de 2005
Dizem que dá azar, mas porquê?
Sexta-feira 13… Quem é que no mundo se lembrou de dizer que se o dia 13 calhasse a uma sexta-feira teríamos um conjunto de azares sem fim, capaz de nos transformar a todos em sapos ou galinhas?
Porquê ter tanto medo de um dia, e andar cheio de cuidados, a medir cada palavra para não ter “azar”, quando nos outros dias não temos qualquer tipo de cuidado?
Se numa terça-feira 5 um bando de pombas decidir que os nossos ombros e as nossas cabeças serão o alvo preferencial para as suas poias dizemos apenas e somente: “Acontece pah, podia ter sido pior” (imaginem se as vacas voassem), mas se por um mero acaso isto acontece numa sexta-feira 13… ui… temos o caldo entornado. De um momento para o outro este acontecimento deve-se a todo o azar do mundo ter ficado concentrado em nós, e pronto, somos vítimas do azar…
O que me parece incrível é que as pessoas deixam de fazer coisas ou passam a fazer coisas estranhas e comportam-se de uma forma anormal só por causa de uma data… Coisas como a que o seguinte diálogo demonstra:
“- Ai e tal, hoje não vou ligar o meu computador porque é sexta-feira 13 e pode acontecer qualquer coisa…
- Oh senhor Fonseca, mas o senhor é informático, o seu trabalho é no computador, se não o ligar, então sim, vai ter azar e vai para a rua…
- Oh chefe… hamm… glup… ah e tal e não sei quê, e eu depois quero ver, eu depois… quero ver… quero quero…”
Como vêem é parvo as pessoas deixarem de fazer as coisas por causa disso…
Mas há exemplos piores: Passar por baixo de escadas. As pessoas arriscam-se a atravessar estradas perigosas, a saltar por cima de vidros e pregos afiados, a serem mordidas por cães raivosos amarrados a um poste na rua, só para não passarem por baixo de escadas, porque isso dá azar… Oh meus amigos, o azar seria se ao passar por baixo das escadas o gajo que lá estava em cima largar uma palete de tijolos que nos cairia violentamente em cima, ou então despejar um balde de tinta cor-de-rosa choque na nossa roupa preferida, isso sim seria azar. Agora não vejo qual a diferença entre isso acontecer numa quinta-feira 12 ou numa sexta-feira 13, é que não entendo…
É pah, deixem-se dessas coisas, há superstições que não têm fundamento e as pessoas criam fobias estúpidas…
Se já tiveram algum azar que consigam provar estar relacionado com as sextas-feiras 13, contem-me para eu estar prevenido.
Agora vou ali tomar banho em água benta, porque dizem que isto de falar em superstições dá azar.
Abraços e beijos a quem de direito…
quarta-feira, 11 de maio de 2005
DUM DUM é o fiiiiiiiimmmmmm!
Alguém me pode explicar porque é que uma mosca se sente intimidada por um saco cheio de água pendurado em cima de uma porta?
É que eu ainda não percebi essa técnica. Será por receio que ao entrar pela porta o saco tenha um dispositivo que o solte e consequentemente a esmague, que a mosca vai deixar de entrar? A mim não me parece…
Eu por acaso nunca experimentei esta técnica, e nem sei se ela resulta, mas o que é facto é que isto me parece estúpido… parece que já estou a ver as moscas: “Oh que caraças, estes humanos já nos estão a tramar outra vez… penduraram um saco de água em cima da porta e agora não conseguimos entrar ali para cagar todos os vidros e pousar com as nossas patas cheias de caca do último poio onde estivemos na comida e em cima dos próprios humanos… oh pah… isto não se faz… o saco não… e tal…”
Ouvi uma coisa bem estúpida acerca disto. Dizia uma pessoa, que a mosca se vê reflectida e a água faz aumentar o tamanho do reflexo, o que a assusta… Meus amigos, isto é parvo… se o raio das moscas não têm medo de nós humanos, nem de outros bichos bem maiores que nós, porque raio é que haviam de ter medo de uma mosca aumentada?
"Ah, este elefante é bem confortável!", "Ah e tal, está-se bem aqui em cima deste cavalo e tal"... "ARGH! Fujem... Fujem... está ali uma mosca gigante... e tal... ah não... afinal era só o José Castelo Branco..." - dizem as moscas...
Enfim, mas eu fui testar, e o que consta é que não se vê reflexo nenhum e apenas dá para aumentar um pouco, ou melhor, distorcer a imagem do que está por trás do saco…
E como estava decidido a descobrir como impedir que uma mosca transponha uma porta com sacos e água, pus-me a experimentar e encontrei um método que resulta.
Faz-se o seguinte: Enche-se a porta em toda a altura e largura com sacos cheios de água, uns em cima dos outros e mesmo em duas camadas verticais para diminuir o risco e desta forma não haverá mosca no mundo que consiga passar esta barreira, aliás nem as moscas nem nenhum outro ser vai conseguir passar aquilo…
Se alguém souber o porquê desta técnica dos sacos de água que me explique porque eu gostava de perceber…
Abraços e beijos a quem de direito…
P.S.: Tenho andado a ser perseguido por pombas, alguém sabe a causa ou uma solução para isto?
segunda-feira, 9 de maio de 2005
Senhor Fonseca ao balcão de informação!
Já ouviram os comunicados nos centros comerciais e hipermercados, feitos por funcionários a avisar os clientes de qualquer coisa, ou simplesmente a chamar outros funcionários?
Hoje pude confirmar o que já suspeitava há algum tempo.
Sempre achei que todos os que falavam naquela espécie de intercomunicador tinham uma voz muito parecida, mesmo que fosse em locais diferentes. E hoje percebi o porquê disso.
Pois é meus amigos, aquele aparelho tem um mecanismo que altera a voz das pessoas de forma a que ela fique mais doce e melodiosa para não assustar os clientes. Percebo isso, quando hoje, num cash and carry onde fui, uma senhora que me estava a atender, e que tinha uma voz... hammm... chamemos-lhe estridente, precisou de chamar um colega empregado.
Quando a mulher se aproximou do intercomunicador e começou a falar, em vez de uma voz que mais fazia lembrar uma ninhada de gambozinos tresloucados a chilrear por comida, para uma voz bem suave e distinta.
Foi aí que percebi, que independentemente de quem esteja a fazer o aviso, mesmo que seja uma peixeira ou um mecânico de Sesimbra, a voz soa exactamente da mesma forma!
Agora aproveito para fazer um aviso aos homens que por acaso tenham ou queiram usar este dispositivo: Aquilo torna a voz de qualquer homem numa coisa gay, ok?
Ah, mas nem tudo é mau. Para quem queira aprender eufemismos, estes locais são ideais, porque se aprende a dizer as coisas de uma forma muito mais simples e sem causar choque nos clientes. Isto porque quando algum condutor desgovernado calha de espatifar o carro de um cliente que anda descontraído às compras, a empregada ou empregado não vai ao intercomunicador e diz com voz de caniço: “O senhor do chaço com a matrícula 69-69-GF tem o carro todo roto!”, mas pelo contrário, ouve-se aquela voz melodiosa e doce com a mensagem: “O proprietário do veículo de marca Kalham Beck com a matrícula 69-69-GF deve dirigir-se junto do mesmo!”
Agora vou num instante ali que avisaram-me pelo intercomunicador que andava um bando de pombas atrás de mim.
Abraços e beijos a quem de direito…
quinta-feira, 5 de maio de 2005
Ai Zazus k'eu bou gremitar...
Estava eu bem descansado a meter gasolina no meu carrito, quando na bomba ao lado para um carro vermelho, ao qual não dei importância, até ao preciso momento que ouvi um miúdo a chorar, e observei mais atentamente o tal carro. Foi nessa altura que vi que o vidro mesmo ao lado do puto estava um bocadinho sujo… e estava sujo de uma forma muito especial… estava vomitado!
Eu achei aquilo um bocadinho estranho, até que percebi que aquilo devia ser normal, porque os pais olharam para aquilo e continuaram na sua vidinha como se nada se passasse…
Já estou mesmo a ver a cena…
“Buááááá buááááááá snif snif buááááááá buááááááá!” que traduzido quer dizer “Oh pai, oh mãe, está aqui qualquer coisa que não está bem, aquela coisa que estava no chão e que eu meti na boca está a dar-me a volta à barriga, acho que vou gremitar!”
Blherg!!!!!!!!! E pronto, grómito por todo o lado…
Abraços, beijos e toalhetes de limpeza a quem de direito…
quarta-feira, 4 de maio de 2005
E PAMMMM fez-se… a pomba…
Eu tenho sérias dúvidas que as pombas tenham sido criadas por Deus. Ele não seria capaz de nos fazer uma coisa destas…
A minha teoria, é que a pomba foi criada por cientistas malucos do tempo dos egípcios, os mesmos que criaram as pirâmides, e que desenhavam seres a 2 dimensões com cabeças de animais, fazendo danças capazes de deixar uma pessoa inválida o resto da vida. Sim, porque eu experimentei aquilo, e ao fim de 1 minuto de dança, os meus braços e pescoço pareciam que tinham sido violentamente calcados e espezinhados por uma multidão em fúria…
Mas voltando às pombas… como eu estava a dizer, as pombas foram certamente criadas por cientistas malucos, que se limitaram a transformar uma bicheza com penas numa bomba química.
Elas andam descontraídas pelo ar, a esvoaçar, e nós pensamos que andam a procurar comida, mas na verdade, andam à procura da próxima vítima, e depois de a encontrar, apontam cuidadosamente a sua arma anal e PAMMMM aí vai uma carga de merda esvoaçante em direcção a uma qualquer pessoa distraída que imediatamente torna-se num porta-dejectos ambulante e ao mesmo tempo torna-se o motivo de chacota de toda a gente que vir a cena.
Mas os seres humanos são muito parvos… as pombas fazem-lhes isto e o que é que eles fazem em resposta? Dão-lhes de comer!!!! Sim, carregamos os cús das pombas novamente com as preciosas munições que usam para nos atacar certeiramente. Depois as coisas acontecem e achamos muita piada a tudo, até ao dia em que um esquadrão de pombas decide que os ombros e a cabeça da pessoa que antes lhes tinha dado comida, será desta vez o alvo de uma chuva fecal sem fim.
Eu propunha ao mundo a substituição de todo o armamento e poder de combate bélico por um bando de pombas treinadas militarmente. Os líderes que quisessem conquistar um país ou algo do género, enviariam um batalhão de pombas convenientemente alimentadas e prontas a cagar no inimigo, e assim se venceriam guerras, e a história iria lembrar as guerras sujas em vez das guerras frias! Mais uma ideia vencedora deste vosso amigo, hein?
Ah, só queria avisar que no fundo os clubes columbófilos são apenas e só o local de reunião das pessoas que querem conquistar o mundo.
Agora desculpem mas tenho que ir, porque vem ali um bando de pombos com um ar esgazeado…
Abraços e beijos a quem de direito…
quarta-feira, 27 de abril de 2005
Estatística...
Sabem o que é a estatística?
É aquela ciência exacta, ou com uma margem de erro muito pequena, que diz que se duas pessoas forem a um restaurante e uma delas comer dois bifes e a outra ficar simplesmente a olhar, na verdade comeram um bife cada uma…
Ora, isto parece-me claramente estupidez!
Para mim, as estatísticas servem única e exclusivamente para encher chouriços. E porquê, perguntam vocês (Vá, perguntem!). Já perguntaram?
Ok, então eu respondo: Servem apenas para empregar pessoas que aprenderam a contar e pouco mais que isso. E passo a explicar: Uma pessoa reúne um conjunto de respostas, conta-as, e pronto, aí temos uma estatística! E é a isto que se resume, essas pessoas recebem rios de dinheiro para contar coisas.
Mas o que eu gosto na estatística, são os inquéritos. Trabalhadores sujeitam-se a fazer as perguntas mais disparatadas e a ouvir os mais diversos insultos, tudo para poderem anotar uns números!
Imaginem um inquérito sobre sexo. Ora, pede-se que os inquéritos sejam abrangentes, de forma a espelharem o máximo possível a realidade. Sendo assim, como é que se faz um inquérito sobre a vida sexual a um velhinho de 89 anos? – “Sexo? Que é isso jovem? Já não deve ser do meu tempo. Para que é que isso serve?”
Além disso, na altura que estão a responder aos inquéritos, as pessoas nunca se lembram que normalmente, eles são anónimos, e têm sempre receio de responder a verdade, e à pergunta: “Quantas vezes praticou o chamado sexo no último mês?”, toda a gente, mesmo que seja um puto de 15 anos, cheio de borbulhas que pouco mais fez que expiar as colegas da escola a tomar banho na piscina com o fato de banho vestido, vai responder: “pelo menos 45 vezes!” só para que toda a gente o admire…
Mas os maiores beneficiados das estatísticas são os políticos e os partidos. E como? Ora vejamos, quero fazer uma sondagem que revele se vou ou não vencer as eleições legislativas, e por isso marco uma sondagem que representa os (aproximadamente) 10 milhões de portugueses. Ora, aleatoriamente, escolho uns números à sorte, digamos que… uns 300 e pronto, temos 300 pessoas a representar 10 milhões e assim se faz estatística! Claro que o facto de todos eles serem filiados no partido é apenas um pequeno detalhe… acontece…
Da próxima vez que me virem num restaurante, eu não vou estar a olhar para as pessoas que estão comigo a comer, apenas porque não quero que a estatística diga que naquela mesa 4 pessoas comeram arroz de marisco, quando na verdade apenas um estava a dar ao dente, os outros estavam a chuchar uns torresmos cheios de gorduronga! A mim não me apanham mais!
Sabem quantas pessoas em média lêem este blog? Dez milhões! Digo-vos porque é verdade! Sondagem feita num universo de 3 pessoas, com 76% de respostas afirmativas (uma delas era a minha), por entrevista pessoal e com uma margem de erro de 2%.
Abraços e beijos a quem de direito…
terça-feira, 26 de abril de 2005
A Paula Bobone… A Paula Bobone… mas quem no universo resolveu que era importante dar atenção a esta… senhora… ou algo do género…
Ter alguém que fala e anda como se tivesse um rolo da massa enfiado no rabo, e que se veste como se fosse fazer a côrte a um peru de criação do Burkina Faso, a escrever livros sobre a etiqueta e os bons costumes, não é propriamente credível… Pelo menos não para mim nem para 90% da população portuguesa constituída por bestas irracionais às quais o comportamento correcto não interessa absolutamente nada. Excepto quando se anda a cortejar uma rapariga e nesse caso, conta impressioná-la. Os restantes 10% são pessoas que também andam com rolos da massa enfiados no “tutu” (referência cultural ao folclore nacional, com a música “Não sei quê, Não sei quê, mexe o tutu” das Taiti), e que igualmente se vestem de maneiras exuberantes apenas e só para fazerem côrtes animalescas bem ao estilo de várias aves exóticas.
Uma pessoa está descansada a ver um programa qualquer na televisão e de repente, surge no ecrã essa senhora. Nesta altura, pode acontecer uma de três situações:
1 – A pessoa entala-se com as pipocas que está a comer, tal é o susto, e desata a mandar-se contra todas as paredes na tentativa de esquecer o trauma e também para conseguir desobstruir o gargalo entupido pelas pipocas, antes que caia para o lado sufocada.
2 – A pessoa tem um ataque imediato de diarreia, enchendo o sofá, todo o chão e mesmo alguns móveis da sala com dejectos projectados. Esta situação acontece, porque a quantidade de merda que a senhora diz, é de uma ordem de grandeza tal que transmite ao telespectador uma igual vontade de expelir verbalmente ou de outra qualquer forma dejectos.
3 – A pessoa pode ficar encantada e maravilhada, e logo a seguir pedir ao José Castelo Branco para sair de cima do Arnaldão, porque está a engelhar a cobertura do sofá.
Enfim…
Ainda por cima, ninguém se apercebeu do nome da senhora? Paula Bóbó(ne)? Isto para mim é claramente uma mensagem…
Abraços e beijos a quem de direito…
segunda-feira, 25 de abril de 2005
"Mais vale prevenir que remediar!"
Vou tocar num assunto delicado, de modo que posso estar a chocar algumas pessoas, e por isso quero dizer que isto é apenas a minha opinião.
As pessoas exaltam-se ao tocarem neste tal assunto, e cada um defende ferrenhamente o seu ponto de vista, e preferem nem falar nisso, mas eu acho que há coisas que têm que ser discutidas…
Estou a falar, obviamente, de provérbios populares!
Comecemos por um simples:
“Para bom entendedor, meia palavra basta.” E ac is estú, por n verd s e ape escr met d ca pala, ning va perc qu ra est e a diz. Além disso, se isto é supostamente um provérbio para bons entendedores, porque não apenas dizer metade do provérbio?! Quem entendesse era dos bons, e quem não entendesse, paciência… podia sempre pedir a ajuda do público.
“Burro velho não aprende línguas.” É complicado ter uma conversa com um burro, daí que, quer o burro seja velho, quer seja novo, a questão da língua será sempre um problema. Mas o que me intriga na verdade, é o motivo para o qual se tenta ensinar uma língua estrangeira a um burro… e vocês ainda podem dizer: “Ah, mas o Castelo Branco precisou de aprender inglês!” Ao que eu vos digo: pois, mas isso é um burro bicha e não sei o que é que isso tem a ver com o assunto…
“Cão que ladra não morde.” Quem foi o estúpido, energúmeno, estafermo que inventou este provérbio? Cão que ladra não morde? Desde quando? Esse senhor, ou senhora que venham ter comigo que eu levo-os a conhecer uns cães e depois falaremos sobre o assunto. Quando muito, depois de morder, um cão não ladra, isto porque vai estar entretido a mastigar o coto de um braço ou uma lasca de uma perna…
Em breve teremos outros provérbios, entretanto se alguém tiver provérbios para debater que os coloque na mesa de discussão. (Isto sou eu a pensar que alguém no universo lê o que escrevo, e também sou eu a pensar que alguém no mesmo universo se dá ao trabalho de escrever no meu blog…)
Abraços e beijos a quem de direito…
sexta-feira, 22 de abril de 2005
Casas de banho públicas!
Cá está um tema actual, de interesse social, com conteúdo e realmente… estúpido…
Chamamos WC público a um local que os homens só usam em caso de emergência, se forem o George Michael ou um polícia qualquer ao acaso que possa ser apanhado com as calças na mão, e claro está, com o George Michael, caso contrário, preferem mijar nos postes e paredes.
Não sei se alguma vez repararam na expressão de algumas pessoas ao entrar nas casas de banho públicas, mas há verdadeiras situações de pânico. Pessoas sóbrias e capazes, olhando atabalhoadamente em volta, tentando encontrar o momento ideal para não serem vistos. Uma vez lá dentro, mudam de técnica, passam de “ser inapto” para “raposa astuta e perspicaz”, tentando ser o mais eficiente e rápido que conseguirem.
Agora conto-vos como é que reage um homem quando está atrapalhado, e vê-se obrigado a ir urinar a uma destas casas de banho, em que geralmente nem a porta existe e os grafites escondem as inscrições de limpeza. Primeiro escolhem um urinol escondido, ou simplesmente que funcione e não esteja atafulhado de beatas, papeis ou preservativos usados, depois olhando nervosamente para todos os lados, retira a respectiva mangueira (dizem as más línguas que o George Michael falhou neste ponto, porque em vez da sua mangueira, retirou o cacetete de um polícia…). Após terem o pirilau de fora, continuam vigilantes olhando para todos os lados, e procedem à tarefa que os levou lá. O problema reside em alguém entrar pelo WC adentro. Em primeiro lugar, pode ser uma pessoa também atrapalhada e tímida em relação aos quartos de banho públicos e ao ver que está outro homem dentro do WC dizer bem alto: “Oh diabo, eu pensava que isto era a repartição de finanças e afinal é um quarto de banho público! Eu bem estranhei o cheiro e o facto de ter nas portas desenhado a figura de um homem e uma mulher” e depois sai porta fora, mas mantém-se nas redondezas para quando tiver oportunidade ir mudar a água às azeitonas
Tudo isto apenas na necessidade número um, agora imaginem a necessidade número dois… ui… Eu pessoalmente, prefiro borrar-me todo, e ter caca a escorrer-me pelas pernas abaixo, enquanto ando como um pinguim, do que usar uma casa de banho pública para esta necessidade.
Agora se me dão licença, vou ali lavar-me e mudar de roupa.
Abraços e beijos a quem de direito…
quinta-feira, 21 de abril de 2005
Abelhas, cegonhas e cavalgadas...
“Ai e tal, e depois vem uma abelhinha e mete o pólen num buraquinho, e depois do buraquinho nascem os bebés e tal e não sei o quê!”.
Já tentaram explicar os “factos da vida” a crianças? E usaram esta forma?
Então deixem-me dizer-vos que isso é parvo, e deve confundir ainda mais as crianças. Primeiro porque se forem as abelhas a fazer todo o trabalho, para que servem os homens? E já agora, estão a falar de buracos na generalidade? Um qualquer dá? É que deste jeito, e depois de eliminar os homens do processo reprodutivo (substituindo-os por uma abelha), eliminamos todas as mulheres porque pode ser um buraco qualquer.
Depois isto espicaça a minha imaginação, fazendo-me pensar num bando de abelhas (bando e não enxame, ok?), com uma farta bigodaça e de pelos no peito ao léu, a olharem fixamente para um muro cheio de buracos, ou para um queijo suíço (isto porque não se sabe ainda que buraco é referido no processo reprodutivo) e a gritar: “Bzzz, oh boua e tal!”. Enfim… imagens assustadoras…
Outra das histórias é a das cegonhas…
“Ai e tal, e os papás fazem uma encomenda e depois vem uma cegonha de França com um bebé…”. Primeiro que tudo, ideia parva: Porque raio é que tem que ser França? Depois como é que isto deve funcionar? Vêm pelo ar, e chegadas ao local deixam cair as crianças? E esta técnica tem outras desvantagens e pode confundir a criança e levá-la a dizer coisas como: “Mas se são os pais que encomendam, porque é que os pais do zézinho dizem sempre que foi um erro? Enganaram-se no número quando estavam a encomendar?”
Eu acho que deviam explicar as coisas como elas são às crianças! Senão depois elas espreitam pelo buraco da fechadura e em vez de comentarem no infantário que viram os pais na cama a fazer sexo tresloucado, vão dizer que viram os pais a brincar aos cowboys… enfim… depois ainda dizem que as crianças são confusas… brincar aos cowboys… abelhinhas… cegonhas… enfim… sejam claros, expliquem as coisas como elas são! Pelo menos comigo foi assim, e resultou. Parece que ainda me lembro... foi à mais ou menos 2 semanas que me explicaram!
Abraços e beijos a quem de direito…
quinta-feira, 14 de abril de 2005
Qual é o maior problema da sociedade portuguesa?
O problema reside no facto de apenas os trolhas usarem frases de engate, enquanto que o resto da sociedade os ignora! Sim, isto é um facto, e passo a explicar:
Toda a gente certamente já viu como é a vida de um trolha, acorda cedo para ir trabalhar, durante o trabalho está nos andaimes a assobiar músicas da rádio regional mais próxima, manda uns piropos às mulheres, e às 17h em ponto está a sair do trabalho para ir para o café e posteriormente para casa. Agora pergunto-vos, já alguém viu um trolha triste? Pois claro que não, e porquê? Porque os senhores passam o dia felizes a assobiar e principalmente a apreciar as moças, tentando impressiona-las.
Eu já cá falei do assunto, e não quero repetir, mas quero apenas alertar-vos para o facto de que estas frases de engate são a razão da felicidade humana.
Deixo aqui o repto a todos - rapazes: mandem piropos às moças; - raparigas: mandem piropos aos homens. Se já são comprometidos(as), mandem os piropos às vossas caras metades, mas mandem, vão ver que as vossas vidas vão mudar...
Para vos ajudar, mais uma vez eu deixo aqui uma frase, que uma amiga me ensinou (vejam bem, elas ficam tão impressionadas com os piropos que depois contam aos conhecidos): "Oh murcona, anda cá que eu como-te o sufixo..."
Peço desculpa por não conseguir ajudar as mulheres neste ponto, mas é que não sei nenhuma frase de engate para vocês dizerem... Se tiverem sugestões deixem aqui umas às outras, ajudem-se mutuamente.
Abraços e beijos a quem de direito...
quarta-feira, 13 de abril de 2005
Deixe-me só sujá-la um bocadito sff...
Anúncios de detergentes...
Ai essa coisa bonita que eu gosto tanto de ver na televisão, capaz de me deixar relaxado e... com vontade de matar alguém!
Quem nunca viu aqueles anúncios em que devemos acreditar que uma mulher vai a andar descansada no hipermercado e uma outra pessoa lhe derrama porcarias em cima? Porcarias do género de óleo de motor, vinho e comida que sujam as pessoas.
Mas alguém no seu perfeito juízo assistiria aquilo, impávido, como fazem as senhoras que são apanhadas no anúncio?
Eu tenho a certeza que se algum dia alguém tivesse a brilhante ideia de fazer aquilo na realidade, sem usar actores, apenas sujando as pessoas, certamente levaria três chapadas nas trombas, além de joelhadas e pontapés, antes que pudesse explicar que aquilo era um anúncio.
Durante os primeiros tempos, eu ainda andei esperançado que alguém num hipermercado se chegasse a mim com a intenção de me sujar, e por isso levava roupa que precisava realmente de ser lavada, e assim juntava o útil ao agradável. Mas depois comecei a perceber que as caixas fechavam e as pessoas fugiam dos corredores onde eu passava. E houve uma vez em que precisava de lavar a roupa interior que fui para lá assim, e penso que as pessoas não acharam piada, e já diziam que aquilo andava a cheirar mal, de modo que desisti.
E digo-vos mais, eu penso que no fundo os criativos tinham mesmo essa ideia de apanhar clientes (não actores) e sujá-los, nomeadamente clientes de voluptuosos seios e de aspecto apelativo, simplesmente para terem direito a sessões de strip grátis, ou até mesmo para sacar uns números de telefone… mas a ideia não deve ter resultado e passaram a contratar actrizes de meia idade para o fazer… era mais seguro e era garantido que não haveria violência.
Se já participaste num anúncio de TV deste ou de outro qualquer género, deixa aqui o teu testemunho. Se nunca participaste em nada deste género deixa também o teu testemunho (tens é que ter mais imaginação).
Abraços e beijos a quem de direito…
segunda-feira, 11 de abril de 2005
É para almoçar?
Ora bem, o que é que se responde a isto?
"Não, só me sentei um bocadinho para ver televisão" ou "Não, só estou a descansar as pernas", ou "Não obrigado, eu só estou aqui porque tenho por hábito entrar em restaurantes em plena hora de almoço só para ficar a olhar..." ou então "Não, é pra jantar..."
DUUHHHHHH!!! Eu quando vou a um restaurante, e friso bem – "Restaurante" – vou com a intenção de comer. Ora se por acaso calha de serem, vamos lá, umas
Será assim difícil de entender?
Vocês agora dizem – “Ah, mas e tal e não sei o quê, e tu é que tens a mania de implicar com tudo, e não sei que mais e também podes ir ao restaurante só tomar café!”, ao que eu vos digo: “É verdade, mas e o que é que isso tem a ver? Se é um restaurante é para comer: almoçar, jantar e quem sabe cear… se eu quero um café, vou a um café ou a um bar, ok? Eu sou assim e tal!”. E assim ficam sem resposta!
Ah, lembrei-me agora de uma coisa… Como é que se pede a conta num restaurante? Vá, pensem lá, imaginem que estão num e façam o favor de gesticular ao empregado…
Deixem-me adivinhar… ergueram o dedo indicador, captaram a atenção do empregado, depois fizeram com a mão direita o gesto de quem escreve qualquer coisa no ar, não foi? (A chamada arte do Air Pen) Pois é, toda a gente faz o mesmo, toda a gente! E o que me espanta é que os empregados percebem sempre! Se eu fosse empregado e visse aquilo eu pegava numa caneta ou num lápis e levava à pessoa que fez o gesto.
E se por acaso alguém precisa de uma caneta, sabem como faz? Chama o empregado, chega a pôr-se de pé e pede gentilmente ao empregado que lhe empreste uma… a mim parece-me que as pessoas têm vergonha de não ter com que escrever e pedirem ao empregado, mas não tem vergonha de pedir a conta alto e bom som, depois de terem comido alarvemente!
Mas isto é o que eu penso, porque na verdade o que acontece é que as pessoas fazem a gesticulação mágica de pedir a conta simplesmente para marcarem território. E como é que é isso? Eu explico pequenitos: As pessoas gesticulam alarmantemente a pedir a conta, para que as pessoas que estão à volta pensem que é ele(a) que vai pagar a conta e assim ganham um pouco mais de respeito.
Mas claro que depois a conta chega e todos pegam no telemóvel a dividir a continha e pronto, fica tudo resolvido…
Já agora: Oh faxabore, podia trazer-me a conta?
Abraços e beijos a quem de direito…
PS – Alguém me pode emprestar 1,5€ para eu não destrocar dinheiro a pagar a minha parte da conta?
quarta-feira, 6 de abril de 2005
A vida electrónica e a língua portuguêsa...
Ora, seria de esperar que um carro deixe de trabalhar quando fique sem gasolina, quando esteja sem motor, quando lhe caia um camião de cimento em cima, ou algo assim de condição grave. Mas não, o meu carro deixou de trabalhar, porque a chave se esqueceu do código...
Oh meus amigos, desde quando é que a chave se esquece de códigos? Não devia ser eu a esquecê-los?
Estou eu a pensar que se calhar o motor simplesmente caiu num buraquinho destes pequininos que frequentemente se encontra em Portugal, quando o mecânico, quase sem olhar para o carro me diz - "Vocês têm que perder a puta da mania de andar com as chaves no bolso junto com o telemóvel..." - ao que eu respondo - "Mas eu não costumo andar com as chaves juntas, nem foi isso que aconteceu", e ele disse - "É de certeza a chave que desprogramou, não se pode usar as chaves junto com o caralho do telemóvel ou em cima dos caralhos dos frigoríficos, é sempre a mesma coisa, fodasse!" - como se não me tivesse ouvido... Bom, a isto eu simplesmente me calei e deixei o homem fazer o diagnóstico. No fim ele disse - "Tens aí a outra chave? É que isso resolve esta merda de certeza, caralho..."
O que é certo é que a outra chave não resolveu... e eu cá estou A PÉ!
Abraços e beijos a quem de direito... e 5€ a quem me consertar o carro...
É tudo uma questão de informação...
O tema desta minha entrada de blog é algo que me vem irritando desde há algum tempo...
O jornalismo abusivo… quer dizer… o jornalismo, porque parece-me que todo ele hoje em dia é abusivo.
Mas a gota de água, foi agora com a morte do pobre Papa (A quem aproveito para fazer uma homenagem merecida pela sua obra) … O coitado do homem estava doente, no leito da morte e os marretas dos jornalistas passavam as emissões a querer saber tudo, todos os detalhes, o que ele dizia, quantas vezes tossia, como estava o boletim de saúde… cheguei a temer que um deles, o mais destemido de todos, fosse passar tudo o que era barreira de segurança e subir pelas paredes até à janela do quarto do Papa e tentar fazer-lhe uma entrevista… Parece que estou a ver a situação: “Oh senhor Papa, oh, psiuuu, largue aí a máquina de ventilação e diga-me lá, como se sente?”. Ao que o Papa responderia: “Oh homem, saia daí que ainda cai abaixo e tal”. E perante a situação, certamente o jornalista iria imediatamente contactar a redacção ou entrar em directo numa emissão especial e iria afirmar peremptoriamente que o papa estava a ir abaixo, segundo as suas próprias palavras… É assim que nascem os boatos, o pessoal nem ouve bem o que lhes dizem… Enfim…
Aos senhores da comunicação social e afins eu quero apenas dizer: Arranjem uma vida própria, conheçam mais pessoas, saiam mais vezes de casa, é capaz de vos fazer bem, talvez quem sabe têm melhores ideias para tornar a televisão em algo que as pessoas realmente possam ver…
E não sei porquê, mas parece que consigo imaginar, ainda relacionado com o Vaticano, um jornalista disfarçado de candeeiro no conclave e um Cardeal a dizer para outro: “É estranho, mas acho que ando a ficar maluco, ainda à 5 minutos ouvi daquele candeeiro as palavras «E de momento é tudo aqui do conclave, Jervásio Fontinha para a TVx», e agora ouvi outra vez a mesma coisa… deve ser daquele fumo preto e branco, aquilo deixa-me os pulmões feitos num oito…”
Abraços e beijos a quem de direito…
terça-feira, 5 de abril de 2005
Nick: Ai_o_catano_e_tal_e_não_sei_quê_por_ causa_de_não_sei_quem_e_tenho_um_ nick_grande_como_o_catano_ porque_é_uma_frase_bonita_e_tal
Se me virem na net, eu não vou ter um nick assim!
Eu realmente não consigo perceber muito bem esta coisa dos nicks... Tudo bem que as pessoas gostem de ter um nick com o nome muito comprido, tipo os filhos do D. Duarte de Bragança... por mim isto é normal... o que não é normal é as pessoas substituírem os seus nomes por frases enigmáticas que eu acho que servem apenas para... hammm... servem apenas... hammm... eu não sei bem para que servem... Falo de coisas como: "What kind of boy do you want" ou "Já fui ao Brasil, Praia e Bissau, Angola, Moçambique, Goa e Macau" e mesmo da frase "Se olhares para mim e vires lágrimas no meu rosto, é por ti que estou a chorar" (Mas por ti QUEM? Depois a malta fica confusa! Afinal é por quem?)...
Mas... mas... mas... é que não percebo... o objectivo dos nicks é que as pessoas tenham algum ponto de referência para saber quem somos, tipo BI capiche? Se andássemos sempre a mudar de nome, na rua ninguém se entendia, e então se substituíssemos o nosso nome todos os dias por uma frase enigmática, imaginem então o que seria... Se bem que agora que dedico um pouco de reflexão ao assunto, isso iria acabar com todas as guerras no mundo, isto porque nunca na vida os lideres mundiais iriam acertar sequer os nomes dos inimigos para entrar em guerra, e nem mesmo iriam saber os nomes dos seus aliados...
Façam-me um favor, se querem meter no vosso nick alguma frase de situação, metam o vosso nick antes... assim quando entram no msn, eu saberei que alguém outrora chamado: "Xissa camandro e o catano" é na verdade o Gervásio...
Abraços e beijos a quem de direito...
Depois do palitanço do dente, surge o sacamento da catota...
Espantam-me algumas coisas...
Primeiro o acto em si, e feito num local público cheio de gente.
Segundo, o facto dele ter o dedo polegar enfiado nas ventas até à articulação no meio do dedo.
Terceiro, o homem que estava a fazer com ele, extremamente atento à situação e com o ar mais normal do mundo...
Depois deu-me a sensação que o homem tirou o material de dentro da penca e depois enrolou-o e mandou-o para o chão...
A isto só tenho a dizer: ARGH!
Abraços e beijos a quem de direito...